domingo, 26 de junho de 2016

Flores comestíveis na horta


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Quando as flores também são para comer



O brócolo, a couve-flor e a alcachofra são flores que nos habituámos a considerar comestíveis, ao invés de ornamentais. Mas agora a conversa é outra: depois da visão, do olfacto e até do tacto, é a vez do paladar usufruir das propriedades do gerânio, da violeta ou da capuchinha, entre outras flores.



UTILIZAÇÕES CULINÁRIAS:



Amor-perfeito: Pode ser usado tanto nas saladas como para decorar as sobremesas.



Borragem: As flores, quando frescas, têm um tom azul e, quando mais velhas, passam para rosadas. São usadas em saladas.



Calêndula: As pétalas podem ser misturadas com ao arroz, ao peixe, à sopa, e aos queijos, iogurtes e omeletas, dando uma coloração como a do açafrão. É, ainda, utilizada como corante de manteiga e queijo.

Camomila: Usada para decorar saladas e pratos, assim como para fazer chás.
Capuchinho: Flores, folhas e semente têm um gosto apimentado.
Cebolinha: Usada em saladas.

Cravina: As flores podem incorporar saladas, torta de frutas, sanduíches, e ainda para aromatizar vinagres, açúcar e vinho. Quando açucaradas, podemos enfeitar bolos. O corante extraído é muito usado em confeitaria.

Flor de abóbora: As flores podem ser consumidas fritas, empanadas em ovo e farinha, ou ainda recheada de queijo forte. Combina com sopa.

Girassol: Os botões florais são cozidos, servidos como espargos, e as flores em saladas. Gerânio: Muito utilizado em saladas.

Murta: As suas pétalas podem ser usadas em salada de fruta.

Rosas: Têm inúmeras utilizações. As pétalas conferem um sabor suave até mesmo em pratos fritos, como a tempura de pétalas de rosas, uma entrada a oriental. Rosa de Jericó: Usada em saladas e a cor de vinho para escurecer o vinho.

Viola odorata: Quando fresca acrescenta-se às saladas. Cristalizada é usada para decoração de bolos, pudins e sorvetes.

Verbena-limão: As suas flores são muito usadas para aromatizar vinhos, recheios, aves, conservas e sobremesas, além do seu uso nos licores franceses. 

Movimento Novos Rurais

Pessoas mais livres, plenas e felizes 




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Flores comestíveis são usadas na culinária para uma grande variedade de propósitos: para cozinhar, para servir de moldes para doces, saladas, decorações ou até para o prato principal. Descubra quais flores são seguras para o consumo humano e conheça algumas ideias para o seu uso.

pétalas de rosa




As pétalas de rosa há muito que são usadas em infusões e conservas. Agora são ingredientes de eleição para sobremesas e conferem um sabor suave e muito agradável a pratos fritos, como a tempura de pétalas de rosas, uma entrada deliciosa e rica em vitaminas.



capuchinha




capuchinha, ou flor de nastúrcio, muito decorativa, de gosto levemente picante e rica em vitamina C, combina na perfeição com saladas. Nativa do Peru, foi introduzida na Europa no final do século XVI e hoje é cultivada em todo o mundo.



calêndula




Já na Idade Média, a calêndula, originária do centro e sul da Europa e da Ásia, era cultivada nas hortas, desidratada e utilizada como corante em caldos, queijos amarelos, manteiga e bolos. As suas pétalas são utilizadas frescas em saladas, em crepes ou no arroz, em substituição do açafrão.



amor-perfeito




Nativo da Europa e Ásia Ocidental, o amor-perfeito contagiou o mundo inteiro. Além de lhe serem atribuídas propriedades diuréticas, é muito requisitado para saladas e sobremesas.



flor de borago




flor de borago, oriunda do norte de África, é secularmente conhecida por possuir efeitos benéficos sobre o corpo e a mente. Deve ser sempre utilizada fresca, uma vez que perde as suas propriedades depois de seca, e marca presença frequente em saladas ou em bolos e sobremesas.



begônia, tulipa, alfazema, gerânio




begônia, a tulipa, a alfazema e o gerânio são também contempladas nesta seleção, e as suas utilizações variam consoante a imaginação e a experiência dos cozinheiros, tendo sempre em conta as suas características – no fundo, tal como se utiliza qualquer outro ingrediente em culinária.



Agora que já sabemos tudo sobre elas, vamos aprender uma receita deliciosa com uma dessas flores, a 'amor-perfeito':

Salada light de flores


Ingredientes:

1 folha de alface mimosa roxa 
1 folha de alface americana
4 folhas de radiccio di Verona (uma variedade de chicória) 
1 unidade de manga 
6 unidades de morango 
6 pétalas de amor-perfeito
          
Vinagrete de maracujá 
100 ml de óleo de oliva 
50 ml de suco de maracujá
30 ml de água 
1 colher (café) de sal 
1 colher (café) de pimenta 

Como preparar:

Lave bem as folhas e as rasgue em pedaços. Para começar a montar, utilize o radiccio nas laterais do prato, dispondo todas as folhas, uma ao lado da outra, de modo a formar uma estrela. Corte a manga em dados. Corte os morangos em pedaços. Organize os dados de manga e morangos, espalhando-os sobre as folhas. Regue com vinagrete. Decore com as pétalas de amor-perfeito.

Vinagrete: bata os ingredientes no liquidificador.


sexta-feira, 10 de junho de 2016

Receita de Sabonete Esfoliante de Aveia – Passo a Passo

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Os sabonetes artesanais são ótimos para a pele e excelentes para gente vender e ganhar um dinheiro extra. Eles podem ser simples ou conter ingredientes que enriquecem a fórmula base, como ervas, extratos de plantas e óleos vegetais. A receita que vamos ensinar hoje, leva dois ingredientes que são sucesso na saboaria artesanal, a aveia em flocos e óleo de coco de babaçu.

Esse sabonete esfoliante tem vários benefícios para a pele, ajuda na renovação celular, hidrata e nutre. Se você deseja sair do banho com aquela sensação agradável de pele limpa e hidratada, então não deixe de fazer essa maravilhosa receita, garanto que será sucesso em casa e entre os seus clientes.
Veja também:

Materiais Necessários

Confira abaixo todos os ingredientes e materiais de apoio que você vai precisar para fazer cerca de 500 gramas de sabonete esfoliante de aveia.

Ingredientes

  • 500 gramas de base glicerinada branca
  • 30 ml de essência de aveia
  • 20 ml de óleo de coco de babaçu
  • 50 ml de lauril líquido
  • 4 colheres de sopa de aveia em flocos grandes
 Material de apoio

  • 1 panela esmaltada
  • 1 espátula
  • 1 faca
  • 1 dosador de líquidos (becker)
  • Forma retangular de madeira
  • Plástico para forrar a forma
  • Fogão elétrico
  • Fuê culinário
 Passo a Passo

Passo 1. Derreta a base glicerinada

Coloque a glicerina cortada em cubos em um caneco ou panela esmaltada. Leve a panela para o fogão elétrico, acompanhe o processo de derretimento, do começo ao fim. Quando  a glicerina estiver líquida, retire-a do fogão.

Passo 2. Acrescente ingredientes para enriquecer o sabonete

Em seguida, acrescente o óleo, a essência e o lauril líquido, mexa bem. Acrescente então a aveia, nosso ingrediente esfoliante.

Passo 3. Bata a base com um fuê (batedor de claras)

Depois de juntar a aveia, mexa tudo com um fuê para que a base fique aerada e a aveia fique por todo o sabonete. Quando você perceber que a base está na consistência de mingau, pare de mexer com o fuê e continue mexendo com a espátula por alguns segundos.

Dica: Esta técnica é utilizada sempre que você quiser fazer sabonetes artesanais que tenham ingredientes esfoliantes por toda a parte. Nesse processo, a aveia natural pode ser substituída por ervas ou sementes desidratadas, desde que sejam suaves o bastante para a pele. 

Passo 4. Despeje a base na forma

Forre uma forma com um plástico limpo, despeje a base que você preparou. Espere o sabonete secar por algumas horas antes de desenformar.

Dica para evitar as bolhas no sabonete: tampe a panela com um pano e deixe a mistura descansar antes de virar na forma. Fazendo isso, as bolhas de ar vão estourar o os sabonetes ficarão lisinhos e com um ótimo aspecto.

Passo 5. Desenforme e corte os sabonetes
Desenforme o sabonete de aveia. Com a faca, corte a barra em fatias mais ou menos do mesmo tamanho. Depois, é só embalar os sabonetes que você fez com o plástico streche ou celofane.


FRUTA, VEGETAIS E FIBRA NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA PODERÃO DIMINUIR RISCO DE CANCRO DA MAMA EM IDADE ADULTA


                Fruta, vegetais e fibra na infância e adolescência poderão diminuir risco de cancro da mama em idade adulta
cancro da mama é o segundo cancro mais comum no mundo e, de longe, o mais frequente entre as mulheres, com cerca de1,67 milhões de casos diagnosticados em2012 (25% de todos os cancros). As taxas de incidência variam entre as diferentes regiões do mundo, com taxas que vão desde27 casos em 100000 em África e na Ásia até 92 casos em 100000 nos EUA.
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O cancro da mama é a 5ª causa de mortede cancro no mundo, representa a 2ª causa de morte de cancro nas regiões mais desenvolvidas (15,4%), logo a seguir ao cancro do pulmão. Em pouco menos de metade dos casos, a doença é fatal, sendo a primeira causa de morte de cancro nas mulheres, perfazendo 14% de todos os casos de morte por cancro em todo o mundo.
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Alguns dos fatores de risco conhecidos para o cancro da mama estão relacionados com o estilo de vida, nomeadamente o álcool, o peso corporal, a atividade física e a amamentação. Muitos dos estudos que existem disponíveis e que procuram identificar fatores de risco relacionados com alimentação são contraditórios. Isso deve-se provavelmente em parte pelo facto de participarem quase sempre mulheres adultas nesses estudos.
Pouco ainda se sabe sobre os efeitos de uma exposição precoce no risco de cancro da mama. No entanto, alguns estudos têm sido publicados recentemente que nos podem ajudar a conhecer melhor essas associações. O próprio painel científico responsável pelo relatório “Food, Nutrition, Physical Activity and the Prevention of Cancer” diz estar impressionado pelas evidências que mostram a importância dos acontecimentos do início de vida, incluindo a dieta assim como fatores que afetam o estatuto hormonal, na modificação do risco de cancro da mama.
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Recentemente um estudo sugere que as adolescentes que comem mais frutapoderão ter um risco inferior de cancro da mama em idade adulta (Farvid et al., 2016). O estudo incluiu perto de 90000 enfermeiras seguidas ao longo de 22 anos. De acordo com os resultados, aquelas que comeram 3 peças de fruta por dia tiveram um risco 25% inferior de cancro da mama décadas depois, quando comparado com adolescentes que comeram meia peça de fruta ou menos.
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Quando os investigadores analisaram as frutas individualmente observaram que um consumo superior de maçã, banana e uvas estavam de forma significativa associado a um risco inferior de cancro da mama. Não se observou nenhuma associação entre sumo de fruta e o risco de cancro.
Os autores consideram que a fruta poderá proteger contra o cancro pelo facto deserem ricos em carotenóides, vitamina C, flavonóides, fibra, magnésio e potássio. Todos estes componentes poderão interferir com mecanismos biológicos do cancroimpedindo que se desenvolva.
O que já se sabia antes do estudo:
  • O consumo de frutos e vegetais poderá ser protetor contra o cancro da mama, mas as evidências são contraditórias;
  • A maior parte dos estudos baseiam-se em consumos na meia-idade e posterior, o que poderá ser após o período em que o tecido mamário é mais vulnerável a influências externas.
O que este estudo acrescenta:
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  • O consumo de fruta durante a adolescência parece ser benéfico na prevenção do cancro da mama;
  • Um consumo elevado de frutos e vegetais ricos em alfa-caroteno durante o início da idade adulta está associado a um risco inferior;
  • Os frutos e vegetais com uma associação mais significativa a uma redução no risco de cancro da mama foram: maçã, laranja, uvas e couve kale.
Estudos anteriores nos quais se procurou identificar a relação entre o consumo de frutos e vegetais e o risco de cancro da mama obtiveram resultados contraditórios:
  • O estudo EPIC, que inclui cerca de 330000 mulheres de 10 países europeus, não encontrou nenhuma relação entre o consumo de frutos e vegetais e o risco de cancro da mama (Bradbury et al., 2014).
  • Uma análise que incluiu 993466 mulheres de 20 estudos de coorte, sugere o consumo de vegetais está associado a uma redução modesta no risco de cancro da mama sem recetores de estrogénio (Jung et al., 2013).
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As participantes desses estudos eram sempre mulheres adultas, o que pode explicar a ausência de uma associação clara. Estudos com mulheres que sobreviveram aos bombardeamentos de Hiroshima e Nagasaki e a tratamentos com radiação mostram que a exposição durante a infância e adolescência estão associados a um risco superior de cancro, uma vez que durante este período o tecido mamário poderá ser particularmente sensível a exposições cancerígenas. Por outro lado, o risco de cancro da mama por radiação é mais fraco em mulheres com mais de 30 anos no momento da exposição (Land et al., 2003,Wahner-Roedler et al., 2003).
A maior parte dos estudos epidemiológicos avaliam exposições durante a idade adulta, mas muito poucos examinam períodos mais precoces. As evidências mais recentes têm mostrado que as exposições durante os períodos mais precoces da vida, em conjunto com a composição genética, poderão ser importantes para o desenvolvimento de cancro em idade adulta (Potischman and Linet, 2013).
Outros estudos têm mostrado como certos alimentos têm maior impacto para o risco de cancro da mama quando são consumidos durante a infância e adolescência:
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  • Um estudo prospetivo que seguiu 90534 mulheres ao longo de 20 anos concluiu que o consumo de fibra na adolescência e em jovens adultos está associado a uma diminuição de 25% no risco de cancro da mama (Farvid et al., 2016). De acordo com o estudo, por cada 10 gr de fibra consumidos diariamente nesse período, existe uma diminuição de 13% no risco de cancro da mama. Um dos mecanismos que poderá explicar essa associação é o facto da fibra poder diminuir os níveis de estrogénio em circulação.

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  • Os efeitos protetores da soja relativamente ao risco de cancro da mama são mais significativos quando existe um consumo regular durante a infância e adolescência (Shuet al., 2001Korde et al., 2009Lee et al., 2009). Um estudo de caso-controlo que incluiu 73223 mulheres chinesas sugere que o consumo regular de soja na adolescência está associado a um risco 43% inferior de cancro da mama em idade adulta (Lee et al., 2009). Outro estudo de caso-controlo sugere que o consumo regular de soja na infância está associado a um risco 60% inferior de cancro da mama em idade adulta (Korde et al., 2009).
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  • Um estudo que inclui 29480 enfermeiras sugere que consumir 2 ou mais porções de frutos secos por semana na adolescência, está associado a uma diminuição de 25% no risco de Doença Benigna da Mama (DBM) (Su et al., 2010). Mulheres com DBM têm um risco superior de cancro da mama.
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  • Um estudo prospetivo que seguiu mais de 88000 mulheres na fase anterior à menopausa ao longo de 20 anos, concluiu que o consumo de carnes vermelhas na adolescência está associado a um aumento de 22% no risco de cancro da mama. Cada porção diária adicional de carne vermelha está associado a um aumento de 13% no risco de cancro da mama. Os autores do artigo referem que a exposição às carnes vermelhas e processadas entre a primeira menstruação e a primeira gravidez poderá ser mais importante no desenvolvimento do cancro da mama (Farvid et al., 2014). Além disso verificaram que o risco de cancro da mama era menor em mulheres que substituíram as carnes vermelhas por leguminosas durante a juventude, sugerindo que isso se deva ao facto destes alimentos serem ricos em fibra e fitoestrogénios, ambos fatores protetores em relação a este cancro. Os autores também referem um estudo no qual se verifica que substituir uma dieta rica em gordura e proteína animal por uma dieta rica em gordura e proteína vegetalpode diminuir os níveis de estrogénio em circulação em mais de 40%(Carruba et al., 2006).
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A pesquisa sobre o papel da dieta na adolescência e na pré-adolescência é muito promissora e representa uma mudança de paradigma na pesquisa sobre o cancro. Esta mudança tem o potencial de produzir conhecimento que permita criar estratégias de prevenção pela alimentação nesses períodos de vida, em vez de outros períodos mais tardios (Mahabir, 2013). O que alguma evidência tem sugerido é que quanto mais cedo se introduzirem padrões alimentares protetores, maior eficácia há na prevenção de cancros mais tarde na vida. Afinal, é de pequeno que se deve comer o pepino!
 Referências:
1.
Farvid MS, Chen WY, Michels KB, Cho E, Willett WC, Eliassen AH. Fruit and vegetable consumption in adolescence and early adulthood and risk of breast cancer: population based cohort study. BMJ [Internet]. 2016 May 11 [cited 2016 Jun 9];353:i2343. Available from: http://www.bmj.com/content/353/bmj.i2343
2.
Bradbury KE, Appleby PN, Key TJ. Fruit, vegetable, and fiber intake in relation to cancer risk: findings from the European Prospective Investigation into Cancer and Nutrition (EPIC). Am J Clin Nutr [Internet]. 2014 Jul 1 [cited 2016 Jun 9];100(Supplement 1):394S – 398S. Available from:http://ajcn.nutrition.org/content/100/Supplement_1/394S
3.
Jung S, Spiegelman D, Baglietto L, Bernstein L, Boggs DA, Brandt PA van den, et al. Fruit and Vegetable Intake and Risk of Breast Cancer by Hormone Receptor Status. JNCI J Natl Cancer Inst [Internet]. 2013 2–6 [cited 2016 Jun 9];105(3):219–36. Available from: http://jnci.oxfordjournals.org/content/105/3/219
4.
Land CE, Tokunaga M, Koyama K, Soda M, Preston DL, Nishimori I, et al. Incidence of female breast cancer among atomic bomb survivors, Hiroshima and Nagasaki, 1950-1990. Radiat Res. 2003 Dec;160(6):707–17.
5.
Wahner-Roedler DL, Nelson DF, Croghan IT, Achenbach SJ, Crowson CS, Hartmann LC, et al. Risk of Breast Cancer and Breast Cancer Characteristics in Women Treated With Supradiaphragmatic Radiation for Hodgkin Lymphoma: Mayo Clinic Experience. Mayo Clinic Proceedings [Internet]. 2003 Jun 1 [cited 2016 Feb 9];78(6):708–15. Available from:http://www.mayoclinicproceedings.org/article/S0025619611624609/abstract
6.
Potischman N, Linet MS. Invited Commentary: Are Dietary Intakes and Other Exposures in Childhood and Adolescence Important for Adult Cancers? Am J Epidemiol [Internet]. 2013 Jul 15 [cited 2016 Jun 10];178(2):184–9. Available from:http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3816339/
7.
Farvid MS, Eliassen AH, Cho E, Liao X, Chen WY, Willett WC. Dietary Fiber Intake in Young Adults and Breast Cancer Risk. Pediatrics [Internet]. 2016 Mar 1 [cited 2016 Feb 2];peds.2015–1226. Available from:http://pediatrics.aappublications.org/content/early/2016/01/28/peds.2015-1226
8.
Shu XO, Jin F, Dai Q, Wen W, Potter JD, Kushi LH, et al. Soyfood Intake during Adolescence and Subsequent Risk of Breast Cancer among Chinese Women. Cancer Epidemiol Biomarkers Prev [Internet]. 2001 5–1 [cited 2015 Nov 19];10(5):483–8. Available from: http://cebp.aacrjournals.org/content/10/5/483
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Korde LA, Wu AH, Fears T, Nomura AMY, West DW, Kolonel LN, et al. Childhood Soy Intake and Breast Cancer Risk in Asian American Women. Cancer Epidemiol Biomarkers Prev [Internet]. 2009 4–1 [cited 2015 Nov 19];18(4):1050–9. Available from: http://cebp.aacrjournals.org/content/18/4/1050
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Lee S-A, Shu X-O, Li H, Yang G, Cai H, Wen W, et al. Adolescent and adult soy food intake and breast cancer risk: results from the Shanghai Women’s Health Study1234. Am J Clin Nutr [Internet]. 2009 Jun [cited 2015 Feb 18];89(6):1920–6. Available from: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2683002/
11.
Su X, Tamimi RM, Collins LC, Baer HJ, Cho E, Sampson L, et al. Intake of Fiber and Nuts during Adolescence and Incidence of Proliferative Benign Breast Disease. Cancer Causes Control [Internet]. 2010 Jul [cited 2016 Jun 10];21(7):1033–46. Available from:http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3066086/
12.
Farvid MS, Cho E, Chen WY, Eliassen AH, Willett WC. Dietary protein sources in early adulthood and breast cancer incidence: prospective cohort study. BMJ. 2014;348:g3437.
13.
Carruba G, Granata OM, Pala V, Campisi I, Agostara B, Cusimano R, et al. A Traditional Mediterranean Diet Decreases Endogenous Estrogens in Healthy Postmenopausal Women. Nutrition and Cancer [Internet]. 2006 Nov 1 [cited 2015 Oct 31];56(2):253–9. Available from:http://dx.doi.org/10.1207/s15327914nc5602_18
14.
Mahabir S. Association Between Diet During Preadolescence and Adolescence and Risk for Breast Cancer During Adulthood. Journal of Adolescent Health [Internet]. 2013 May 1 [cited 2016 Jun 10];52(5):S30–5. Available from:http://www.jahonline.org/article/S1054139X12003527/abstract

domingo, 17 de abril de 2016

Remédio natural para emagrecer 10kg e desinflamar o abdómen

A maioria dos programas para queimar gordura de qualquer área do corpo pode ser composto por três hábitos básicos: uma dieta saudável, uma rotina de exercícios e uma bebida caseira e natural que complemente a queima de calorias para conseguir bons resultados em pouco tempo.

Ter esses 3 hábitos é a chave para alcançar o sucesso na hora de emagrecer e manter um peso adequado para o nosso corpo.Na busca por um complemento para emagrecer, encontramos um excelente remédio natural que conta com propriedades anti-inflamatórias, desintoxicantes e digestivas, que impulsionam o organismo para que ele elimine os quilos a mais.

Se você já tiver o seu plano de alimentação e de exercícios prontos, mas ainda não sabe como potencializar os seus efeitos, não perca o seguinte tratamento que ajuda a queimar gordura de forma natural.
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Este tratamento para a queima de gordura aproveita as propriedades da canela e do louro, conhecidos por seus benefícios para o sistema digestivo e a redução da inflamação.
O preparo de ambos em forma de chá faz uma bebida ideal para queimar mais calorias, acelerar o metabolismo e perder peso em menos tempo.
Por que a canela é boa?
Esta especiaria é uma das mais populares em todo o mundo, famosa por seu delicioso aroma e sabor levemente picante.
Faz pouco tempo que descobriram que seu consumo regular pode ajudar a perder peso, já que a canela tem compostos que contribuem para frear o processo de acúmulo de gordura, especialmente na região abdominal.
Ao mesmo tempo, ela está relacionada à redução de até 29% da quantidade de açúcar no sangue, o que contribui para controlar a ansiedade por comida e, como consequência, a ingestão de calorias.
Ao ingerirmos a canela, ela tem uma reação química com o estômago que faz com que o metabolismo fique mais acelerado.
Além de todos estes benefícios, a canela também é importante porque:
Previne e ajuda a controlar a diabetes;
É rica em minerais e compostos antioxidantes;
Tem efeitos antibacterianos e antifúngicos;

Ajuda a controlar o colesterol no sangue;
Tem um efeito calmante;
Ajuda a desinflamar;
Acalma diferentes tipos de dores.

Por que o louro é bom?

Esta planta tem dois compostos activos que dão a ela a sua acção principal: o cineol e o eugenol, que estimulam a digestão e acalmam condições como a acidez, os gases e as dores abdominais.
Além de tudo isso, ele tem propriedades diurécticas que facilitam a eliminação de líquidos do organismo e favorecem a função renal.
O louro também tem a capacidade de estimular a eliminação de outros agentes que podem causar danos para a saúde, como é o caso do excesso de ácido úrico e os metais pesados, os quais com frequência causam problemas circulatórios, gota ou até doenças hepáticas.
Outras propriedades que podemos destacar incluem: Efeitos bactericidas; Ação antisséptica; Expectorante natural; Propriedades anti-inflamatórias.

Receita do chá para Emagrecer 10Kg

O consumo regular de chá de canela e louro é uma forma de ajudar o organismo a eliminar todas aquelas toxinas das quais ele não precisa, e que prejudicam o bom funcionamento do metabolismo.
Este remédio natural está se tornando cada vez mais popular, e todos os dias aumenta o número de pessoas testemunhando que tiveram experiências nas quais ele foi muito eficaz.
Ingredientes: 1 litro de água mineral ou filtrada, 2 paus de canela e 10 folhas de louro.
Modo de Preparar: O preparo desta infusão não é nada de outro mundo. A única coisa a fazer é colocar um litro de água para ferver normalmente, com a canela em pau e as folhas de louro junto.
Quando chegar à ebulição, abaixe o fogo e deixe ferver durante 15 minutos adicionais. Após este tempo, retire-o do fogo e deixe repousar antes de tomá-lo.
Modo de Consumir: Comece com uma xícara em jejum, pela manhã, e tome no máximo duas xícaras durante o dia. Consumindo-o diariamente, é possível perder até 7 centímetros em pouco tempo. O melhor de tudo é que ele irá ajudar a manter o abdómen recto desde os primeiros momentos do dia, graças à sua potente acção anti-inflamatória que reduz a inflamação abdominal desencadeada por diferentes factores.

Contraindicações: A canela tem uma substância química chamada cumarina, que pode ser tóxica se for ingerida em grandes quantidades, Por isso, este remédio não deve ser tomado além da dose recomendada. Ela também não é recomendada durante a gestação, ou para quem tiver problemas digestivos, como úlceras e gastrite, ou quem estiver consumindo antibióticos.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

6 tipos de Manteigas Vegetais para fazer em casa

Quer evitar a manteiga de leite de vaca e o queijo então aprenda a fazer manteigas vegetais - da mais barata para a mais cara:
 
 
1. Manteiga de Azeite
 
Ingredientes:
sal
ervas (coentros, salsa, alecrim, etc)
alhos
 
Preparação:
mistura-se tudo num pote de vidro e coloca-se por 12 horas no congelador.
Barra-se no pão quente, é deliciosa!
 
 
 
2. Manteiga de Côco
 
Ingredientes e Preparação :
 
Côco ralado mais a água de coco batidos no liquidificador por longo tempo até se obter uma gordura que fica retida no copo do liquidificador e que fica por cima do coco ralado e da água de côco é a manteiga de côco.
Colocando o leite de côco, filtrado do coco ralado, no congelador é possível obter mais manteiga na parte de cima do liquido.
 
Dica: batendo essa gordura com açúcar de cana pode obter um chantilly vegan delicioso.
 
 
 
3.Manteiga de Amendoim
 
Ingredientes e Preparação :
 
Basta bater o amendoim torrado no processador que logo é alcançada a consistência de manteiga.
Pode-se adicionar sal ou açúcar a gosto.
Tem muita gordura.
 

Dica: misturar a manteiga com cacau cru em pó e fica-se com uma deliciosa pasta de chocolate.


4.Manteiga de Avelã
 
Ingredientes e Preparação :
 
Basta bater as avelãs no processador até ser alcançada a consistência de manteiga. Demora um bocado grande.
Tem muitas fibras.
 
Dica: misturar a manteiga com cacau cru em pó e fica-se com uma deliciosa Nutella vegan.



5.Manteiga de Amêndoas
 
Ingredientes e Preparação :
 
Basta bater as amêndoas no processador até ser alcançada uma consistência bem pastosa. Demora um bocado grande.
Tem muitas proteínas.
 


6.Manteiga de Castanha de Caju
 
Ingredientes e Preparação :
 
Basta bater as castanhas por um longo período até ser alcançada uma consistência bem cremosa. Tem poucas fibras.
 

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Nem Knorr, nem Maggi: saiba como fazer um caldo prático e saudável

 

Caldo Maggi saudáveis
 
Caldo de carne, de galinha, legumes, bacon, picanha, costela… Sazon pro arroz, pro feijão, pra sopa… Sempre que vou ao supermercado e passo por essas seções de temperos prontos, fico impressionada com a capacidade da indústria de inventar novos sabores. Tem caldo pra tudo que é tipo de prato. Com poucas calorias e gorduras, o grande problema é que esses famosos tabletinhos industrializados são verdadeiras bombas de sódio em nosso corpo. Isso sem contar que eles sempre trazem aromatizantes, corantes e realçadores de sabor, como o glutamato monossódico (o famoso Ajinomoto).
 
Segundo a Organização Mundial da Saúde, a quantidade recomendada de consumo de sal é de apenas 5 gramas por dia, o equivalente a 1 colher de chá cheia. Isso significa que nossa cota diária de sódio é de 2400 miligramas por dia. Para se ter uma ideia, meio tablete dos caldos industrializados da Maggi oferecem:
  • 993 miligramas de sódio, se for caldo de carne
  • 1038 miligramas, se for de frango
  • 900 miligramas, se for de legumes
Ou seja, meio tablete desses caldos faz você gastar de 39 a 43% da sua cota diária de sal. O melhor, então, é fazer o próprio caldo em casa, garantindo um sabor realmente caseiro e saudável às refeições. A seguir, confira algumas receitas super práticas para você substituir essas bombas de sódio em forma de tablete Knorr, Maggi ou Sazon.
 
Caldo de ervas:
 
Receita 1: Este é o mais prático de todos, pois utiliza ervas secas. Basta espalhar em forminhas de gelo ervas como manjericão, orégano, salsa e alecrim, e depois completar com azeite de oliva virgem. Leve ao congelador e pronto! Depois é só desinformar e guardar em saquinhos plásticos no congelador.
 
Receita 2: Já esta é com ervas frescas. Bata no liquidificador 1 cebola grande, 2 dentes de alho sem casca, 1 maço pequeno de cebolinha, 1 maço pequeno de salsinha, 1 pimentão sem sementes, 1 colher de sopa de azeite de oliva, 1 colher de sopa de vinagre branco e 1 pitada de sal (os dois últimos ingredientes atuam como conservantes). Após obter uma mistura homogênea, coloque na forma de gelo e leve ao congelador.
 
Caldo de legumes:
 
Em uma panela com um litro de água, acrescente 2 tomates, 1 alho francês, 1 cenoura grande ralada, 1 pé de espinafre, 1 maço de cebolinha, outro de salsinha, alecrim, 1 cebola média, 2 dentes de alho e uma pitada de sal marinho. Deixe ferver um pouco e, depois de cozido, deixe esfriar. Bata tudo no liquidificador, coloque em forminhas de gelo e leve ao congelador.
 
Pronto, você terá cubinhos práticos e saudáveis que irão facilitar – e muito! – o dia a dia na hora de cozinhar!
 
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