domingo, 5 de abril de 2015
Melancia: Tratamento natural para hipertensão
Quem diria, a melancia, a fruta mais rica
em água que existe pode ser usada como tratamento natural para
hipertensão.
Vitamina B12: fontes alimentares naturais e vegetais
Arroz integral
Vitamina B12 (Cobalamina, cianocobalamina, hidroxocobalamina - fontes
naturais alimentares)
A deficiência de vitamina B12 é um problema que ronda os vegetarianos ou vegan (não comem carne nem nenhum outro produto de origem animal, como ovos leites e seus derivados).
A deficiência de vitamina B12 é um problema que ronda os vegetarianos ou vegan (não comem carne nem nenhum outro produto de origem animal, como ovos leites e seus derivados).
Dessa forma, pessoas que não consomem esses produtos devem incluir em sua alimentação vegetais que contenham vitamina B12.
Vitamina B12 - fontes naturais em vegetais
- Farelo de
arroz,
- Arroz integral,
- broto de feijão,
- cevada,
- couve,
- dente-de-leão,
- girassol,
- grãos (como soja),
- levedura de cerveja,
- melancia,
- nozes,
- pinha,
- algas,
- sementes,
- trigo
- Arroz integral,
- broto de feijão,
- cevada,
- couve,
- dente-de-leão,
- girassol,
- grãos (como soja),
- levedura de cerveja,
- melancia,
- nozes,
- pinha,
- algas,
- sementes,
- trigo
(fonte: American Holistic College of Nutrition)
Os vegetarianos estritos (veganos) e principalmente os que desejarem se tornar vegetarianos devem consultar um médico nutricionista para saber se será necessário o uso de uma suplementação vitamínica de vitamina B12, pois os vegetais contêm baixíssimas concentrações de vitamina B12, já que sua deficiência provoca vários males, como problemas neurológicos graves e má-formação fetal.
Quantidade de vitamina B12 que precisamos de ingerir por dia?
Precisamos absorver
(pelo intestino e para o sangue) 1 mcg
de B12 por dia. No entanto, a absorção da vitamina B12 é de apenas de 50%
da quantidade total ingerida. Assim, a ingestão deve ser dobrada.
As doses recomendadas de vitamina B12 podem variar de acordo com pesquisas, mas em média é:
As doses recomendadas de vitamina B12 podem variar de acordo com pesquisas, mas em média é:
Vitamina B12, para que serve?
De maneira geral - e para um fácil entendimento - a vitamina B12 serve para a manutenção do sistema nervoso, a formação do sangue e o funcionamento adequado do ácido fólico também chamado de vitamina B9.
Vitamina B12 - também é importante saber sobre ela:
- A vitamina B12 é uma vitamina hidrossolúvel pertencente às vitaminas do complexo B.
- A vitamina B12 é produzida no intestino dos ruminantes (dentre eles o boi) e é absorvida pelo intestino destes animais e é armazenada em seus órgãos, por isso a carne contém grande quantidade de vitamina B12
- A vitamina B12 é termoestável (ou termorresistente), portanto, resiste à temperatura elevada do cozimento
- Vários alimentos já são fortificados com a vitamina B12.
Algas e os seus benefícios
As algas marinhas fazem parte da alimentação de muitos povos, como os chineses e os japoneses. Entre os ocidentais, são consumidas principalmente pelos vegetarianos e macrobióticos.
As algas são uma excelente fonte de iodo, mineral essencial ao correcto funcionamento da tiróide. Outros minerais que normalmente se encontram nas algas são o ferro, o potássio, o cálcio, o cobre, o magnésio e o zinco.
A maioria das algas contém ainda betacaroteno (provitamina A) e algumas das vitaminas do complexo B. A maioria dos tipos de algas apresentam um elevado conteúdo proteico, sendo ricas nos aminoácidos essenciais.
São os únicos alimentos de origem vegetal que contêm vitamina B12. No entanto, a vitamina B12 existente nas algas encontra-se numa forma biologicamente inactiva, isto é, o organismo não consegue utilizá-la convenientemente. Deste modo, as algas não são uma fonte credível de vitamina B12.
O consumo regular de algas pode ajudar a combater a anemia, uma vez que ajudam a manter e restabelecer as reservas de ferro.
As algas aumentam o volume das refeições, sendo contudo pobres em gordura e calorias. Tem uma composição gelatinosa e um elevado teor de fibras.
Como são muito ricas em carotenos, podem ter um efeito protector contra a mutação de certas células cancerígenas.
Além dos benefícios nutricionais e terapêuticos, de alguns tipos de algas são também extraídas substâncias utilizadas na indústria alimentar e de cosmética. Por exemplo, em alguns produtos alimentares utiliza-se o agar-agar (E-406), o carragenina (E-407) e os alginatos (E-400), substâncias que funcionam como aditivos naturais com, respectivamente, as funções de gelificantes, espessantes e estabilizantes.
Por outro lado, na cosmética as algas são muito usadas em produtos para ajudar a rejuvenescer a pele, prevenir problemas circulatórios e reumáticos e a combater a celulite.
Algumas zonas dos mares estão poluídas com metais pesados. Por isso, há toda a conveniência em adquir as algas em lojas de produtos naturais que assegurem que os produtos provêm de regiões não poluídas.
As algas compradas secas e embaladas, conservam-se quase indefinidamente enquanto fechadas; uma vez abertas as embalagens, conservam-se cerca de 4 meses num recipiente fechado.
Tipos de algas:
AGAR-AGAR - usada principalmente para engrossar os alimentos. É vendida em fios ou em flocos e não tem sabor, pelo que misturada com frutas é geralmente utilizada como gelatina (substitui as gelatinas de origem animal).
Devem demolhar-se poucos minutos e cozinhar-se até que a alga se dissolva; depois deve deixar-se solidificar até se obter uma excelente gelatina.
É um óptimo alimento em casos de obstipação e de excesso de peso.
ARAMÉ - alga escura, muito fina e de sabor suave que se cozinha com os vegetais. Pode ser cozinhada em vapor, salteada ou comida como salada. Rica em cálcio, ferro, iodo e outros minerais. Deve demolhar-se cerca de 15 minutos e cozinhar durante mais ou menos meia hora. O seu sabor suave mistura-se bem com outros sabores pelo constitui um bom começo para a apreciação de vegetais marinhos.
Auxilia na digestão e é excelente para problemas nos órgãos reprodutores femininos (especialmente) e masculinos.
BODELHA - também conhecida por sargaço, é uma alga castanha, rica em iodo que pode ser útil no tratamento do hipotiroidismo. Absorve ainda o suco gástrico e diminui a acidez. É uma alga fresca que pode ser usada em decocção ou infusão.
CLORELA - é uma microalga verde, de água doce, cujo nome se deve à riqueza em clorofila. Rica em nutrientes e ácidos nucleicos (DNA e RNA), apresenta propriedades desintoxicantes e estimulantes do sistema imunitário, sobretudo ao nível da actividade anti-viral. A clorela contribui ainda para controlar o colesterol, para além de ser também uma boa fonte de proteínas. É útil no crescimento das crianças, sobretudo quando há necessidade de enriquecimento nutricional e na nutrição de grávidas e durante a amamentação.
Devem demolhar-se poucos minutos e cozinhar-se até que a alga se dissolva; depois deve deixar-se solidificar até se obter uma excelente gelatina.
É um óptimo alimento em casos de obstipação e de excesso de peso.
ARAMÉ - alga escura, muito fina e de sabor suave que se cozinha com os vegetais. Pode ser cozinhada em vapor, salteada ou comida como salada. Rica em cálcio, ferro, iodo e outros minerais. Deve demolhar-se cerca de 15 minutos e cozinhar durante mais ou menos meia hora. O seu sabor suave mistura-se bem com outros sabores pelo constitui um bom começo para a apreciação de vegetais marinhos.
Auxilia na digestão e é excelente para problemas nos órgãos reprodutores femininos (especialmente) e masculinos.
BODELHA - também conhecida por sargaço, é uma alga castanha, rica em iodo que pode ser útil no tratamento do hipotiroidismo. Absorve ainda o suco gástrico e diminui a acidez. É uma alga fresca que pode ser usada em decocção ou infusão.
CLORELA - é uma microalga verde, de água doce, cujo nome se deve à riqueza em clorofila. Rica em nutrientes e ácidos nucleicos (DNA e RNA), apresenta propriedades desintoxicantes e estimulantes do sistema imunitário, sobretudo ao nível da actividade anti-viral. A clorela contribui ainda para controlar o colesterol, para além de ser também uma boa fonte de proteínas. É útil no crescimento das crianças, sobretudo quando há necessidade de enriquecimento nutricional e na nutrição de grávidas e durante a amamentação.
DULSE - alga vermelha (púrpura), macia, com sabor característico, usada em sopas e condimentos. Rica em minerais como o ferro, potássio, magnésio, iodo e fósforo.
ESPIRULINA - é uma microalga azul-esverdeada, que apresenta cerca de 70% de proteínas contendo 8 aminoácidos essenciais. É 58 vezes mais rica em ferro que o espinafre, e oferece ainda vitaminas do complexo B. É por isso um bom complemento alimentar para vegetarianos e desportistas. A sua riqueza em clorofila faz com que seja usada em preparados para eliminar o mau hálito. Ajuda a combater o cansaço tanto físico como intelectual e reforça o sistema imunitário.
ESPIRULINA - é uma microalga azul-esverdeada, que apresenta cerca de 70% de proteínas contendo 8 aminoácidos essenciais. É 58 vezes mais rica em ferro que o espinafre, e oferece ainda vitaminas do complexo B. É por isso um bom complemento alimentar para vegetarianos e desportistas. A sua riqueza em clorofila faz com que seja usada em preparados para eliminar o mau hálito. Ajuda a combater o cansaço tanto físico como intelectual e reforça o sistema imunitário.
HIZIKI - alga escura e comprida com textura semelhante à aramé, mas mais espessa e com um sabor a mar muito mais forte. Tem uma quantidade enorme de cálcio e também de potássio e ferro. Deve colocar-se de molho cerca de 10 minutos antes de usar, pois aumenta cinco vezes de volume quando hidratada.
O seu consumo proporciona brilho e elasticidade aos cabelos e às unhas.
IRISH MOSS - também chamada de musgo da Irlanda, é utilizada na indústria alimentar como fonte de carraginas gelatinosas para solidificar os alimentos. Apresenta uma cor entre o roxo-avermelhado e o verde-avermelhado.
KOMBU - de cor escura é mais larga e mais espessa que as outras algas. É usada para cozinhar com feijões (torna as leguminosas mais macias e digeríveis) ou com vegetais, realçando o seu sabor e ajudando na digestão das fibras. É também excelente para fazer caldos de legumes e sopas. Deve demolhar-se e demora cerca de 30 minutos a cozinhar. É bastante rica em cálcio e contém ácido glutámico, que amolece os legumes e realça o seu sabor.
Evita a formação de gases intestinais, fortalece e limpa os intestinos, aumenta a vitalidade sexual e estimula o sistema linfático. É importante no tratamento de doenças como a gota, a artrite, o reumático, a anemia, o hipotiroidismo, a digestão difícil, as colites e as dificuldades circulatórias e respiratórias.
NORI - de cor entre o verde vivo e o roxo e de folhas finas. As suas tiras secas são utilizadas como invólucro do famoso prato japonês, o sushi. Prepara-se tostando-a rapidamente na chama do fogão. Pode comer-se directamente ou parti-la em pedaços e salpicar sobre a sopa, vegetais ou feijões. É particularmente rica em ferro, potássio, iodo e proteínas. Contem também vitamina A, cálcio, ferro, vitaminas B1, B2 e C.
Elimina toxinas, favorece a digestão e activa a circulação sanguínea.
WAKAMÉ - de folhas verdes escuras e encaracoladas tem um sabor suave e adocicado. É principalmente usada na confecção de sopas (sopa de misso) ou em conjunto com os vegetais. Rica em iodo, proteínas, cálcio, ferro e magnésio.
Deve demolhar-se durante cerca de 20 minutos. Pode ser fervida em lume brando durante 10 a 15 minutos, ou cortada em bocadinhos para ser servida como salada. O seu veio central é rijo e deve ser retirado depois de amolecido em água fria, pois não amolece nem mesmo com a cozedura.
Neutraliza as toxinas do sangue e estimula as secreções enzimáticas. Auxilia em problemas pulmonares como por exemplo a asma ou a bronquite.
Referências:
O seu consumo proporciona brilho e elasticidade aos cabelos e às unhas.
IRISH MOSS - também chamada de musgo da Irlanda, é utilizada na indústria alimentar como fonte de carraginas gelatinosas para solidificar os alimentos. Apresenta uma cor entre o roxo-avermelhado e o verde-avermelhado.
KOMBU - de cor escura é mais larga e mais espessa que as outras algas. É usada para cozinhar com feijões (torna as leguminosas mais macias e digeríveis) ou com vegetais, realçando o seu sabor e ajudando na digestão das fibras. É também excelente para fazer caldos de legumes e sopas. Deve demolhar-se e demora cerca de 30 minutos a cozinhar. É bastante rica em cálcio e contém ácido glutámico, que amolece os legumes e realça o seu sabor.
Evita a formação de gases intestinais, fortalece e limpa os intestinos, aumenta a vitalidade sexual e estimula o sistema linfático. É importante no tratamento de doenças como a gota, a artrite, o reumático, a anemia, o hipotiroidismo, a digestão difícil, as colites e as dificuldades circulatórias e respiratórias.
NORI - de cor entre o verde vivo e o roxo e de folhas finas. As suas tiras secas são utilizadas como invólucro do famoso prato japonês, o sushi. Prepara-se tostando-a rapidamente na chama do fogão. Pode comer-se directamente ou parti-la em pedaços e salpicar sobre a sopa, vegetais ou feijões. É particularmente rica em ferro, potássio, iodo e proteínas. Contem também vitamina A, cálcio, ferro, vitaminas B1, B2 e C.
Elimina toxinas, favorece a digestão e activa a circulação sanguínea.
WAKAMÉ - de folhas verdes escuras e encaracoladas tem um sabor suave e adocicado. É principalmente usada na confecção de sopas (sopa de misso) ou em conjunto com os vegetais. Rica em iodo, proteínas, cálcio, ferro e magnésio.
Deve demolhar-se durante cerca de 20 minutos. Pode ser fervida em lume brando durante 10 a 15 minutos, ou cortada em bocadinhos para ser servida como salada. O seu veio central é rijo e deve ser retirado depois de amolecido em água fria, pois não amolece nem mesmo com a cozedura.
Neutraliza as toxinas do sangue e estimula as secreções enzimáticas. Auxilia em problemas pulmonares como por exemplo a asma ou a bronquite.
Referências:
Copyright Centro Vegetariano. Reprodução permitida desde que indicando o endereço:
Algas – mais do que um alimento nutritivo
Além de um alimento riquíssimo em nutrientes, oferecem potencial para produção de plásticos e biodiesel
São ainda ricas em vitaminas do complexo B, e por essa razão são consideradas boas para a prevenção de doenças como anemia, depressão, fraqueza e perda de memória.
Já os carboidratos presentes nas algas agem como fibras no intestino, e contém pouquíssimas calorias.
Existem cerca de 50 variedades de algas comestíveis, e podem ser consumidas das mais variadas formas, inclusive in natura. Além dos tradicionais pratos orientais, podemos incrementar alimentos do dia-a-dia, como risotos, sopas, bolinhos, saladas, etc. As algas comestíveis mais conhecidas são:
Nori: esta alga é conhecida por envolver os famosos rolos de sushi. Rica em proteína, cálcio, ferro, vitamina A, B e C. A alga nori contém duas vezes mais proteína do que algumas carnes.
Kelp: rica em complexo B e vitamina E, D e K.
Hijiki: semelhante a pequenos arames pastosos de cor negra. Rica em cálcio, magnésio e ferro.
Kombu: rica em vitaminas e minerais essenciais, cálcio e ferro. esta alga é utilizada para tempero de sopas e contém ácido glutâmico, que é a base para a produção do glutamato monossódico.
Wakame: Possui grandes concentrações de cálcio e iodo, sendo a sua utilização mais comum na confecção de sopa de miso japonesa.
Arame: esta alga marinha em forma de arame, tem um gosto mais doce e ameno que a grande maioria das algas.
As algas podem ser encontradas em casas de produtos naturais e orientais, desidratadas. Possuem preço acessível e bom rendimento.
Além do importante papel na alimentação, as algas possuem grande potencial como fonte de energia barata e renovável. Enquanto os combustíveis tradicionais projetam cada vez mais consequências indesejáveis, as algas oferecem uma alternativa simples, de curto prazo e com poucos custos se comparadas às fontes de energia mais complexas. Prometem se converter em um recurso fundamental para o futuro do planeta como base de um biodiesel de grande qualidade. Também serve de componente essencial de uma ampla gama de plásticos biodegradáveis. As algas fazem tudo isso enquanto crescem absorvendo prodigiosas quantidades de dióxido de carbono, o gás-estufa que mais precisamos reduzir na atmosfera para frear a mudança climática.
Estão ganhando força no setor privado e acadêmico, na medida em que se revela seu potencial. Há gigantes da energia pesquisando-as como subprodutos do desenvolvimento do chamado “carvão limpo”, já que absorvem o dióxido de carbono gerado pela queima desse mineral (o carvão não é mais do que algas de 500 milhões de anos de idade).
Receitas com algas:
Risoto de shiitake e hijiki | Salada de alga wakame | Bolinho de soja e alga wakame | Moqueca vegana
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quinta-feira, 2 de abril de 2015
This Is How To Remove Plaque Naturally at Home in Natural Conditions
Plaque is a nasty buildup on the teeth that can be difficult to manage. This is how you can remove plaque naturally in your home and in natural conditions.
Plaque is a soft, sticky film that builds up on the teeth and it contains millions of bacteria. The bacteria in the plaque can cause tooth decay and gum disease if they’re not removed regularly through brushing and flossing. When you eat the bacteria in the plaque uses the sugars in the food to produce acids that can eat away at tooth enamel. Repeated attacks cause enamel to break down and can eventually result in a cavity.
Plaque is colorless and very difficult to see. When there are heavy plaque deposits it can be seen easier and may look like a thick white deposit of food stuck between the teeth. It is constantly growing in the mouth which leads to tartar build-up and the best way to prevent that is to brush and floss every day. These home remedies will help you get rid of plaque if you’re one of those people who hate going to the dentist and brushing.
Recipe 1:
Ingredients
– 15 grams walnut shell
– Water
Put the shell in a pot and boil the water for 15 minutes. Dip your toothbrush into the mixture and brush your teeth for 5 minutes. Do this 3 times a day.
Recipe 2:
Ingredients
– 2 teaspoons sunflower seeds
– 2 teaspoons lime flower
– ½ liter of water
Add the ingredients to a bowl, cover with water and simmer for 30 minutes. Brush your teeth with the mixture after each meal.
Recipe 3:
Apple cider vinegar is a great remedy for removing plaque. Swishing ACV in your mouth and then scrubbing your teeth with ACV is a great way to get rid of plaque. After using ACV be sure to rinse your mouth out with water.
Recipe 4:
Ingredients
– 1 ½ tablespoons mountain wormwood leaves
– 2 deciliter fermented wine
Pour the wine over the leaves and cover it for 2 hours. After it has set, strain the mixture and brush your teeth.
Sources:
From:
A vitamina D poderá inibir o desenvolvimento de cancro da próstata de baixo risco
A vitamina D está na ordem do dia, e os seus efeitos poderão abranger inúmeras funções orgânicas, podendo ser importante na prevenção de várias doenças diferentes. Atualmente reconhece-se que existe uma deficiência generalizada de vitamina D na população mundial, em particular nos países mais desenvolvidos. Embora a deficiência desta vitamina esteja associada a problemas ósseos e fraturas, a sua relação com o risco de vários tipos de cancros é cada vez mais sugestiva. A incidência de deficiência de vitamina D, combinada com a descoberta de risco elevado de vários cancros, sugere que níveis baixos desta vitamina podem contribuir para várias mortes prematuras resultantes de cancro do cólon, mama, ovário e próstata, entre outros.
Como sabemos a melhor fonte de vitamina D é o sol. A radiação em contacto com o colesterol presente na pele produz a vitamina, a qual na realidade se trata de uma hormona esteróide. Sendo a melhor fonte de vitamina D o sol, tudo o que diminua a transmissão de radiação UVB para a superfície da Terra ou que interfira com a penetração dessa radiação na pele afeta a síntese de vitamina D3. A melanina, sendo muito eficaz a absorver radiação, quanto mais presente na pele menos eficaz também será a produção da vitamina. Por outro lado, um protetor solar com um fator de proteção 15 absorve 99% da radiação UVB, reduzindo assim em 99% a produção de vitamina D pela pele. Vinte minutos ou menos (consoante o tipo de pele, a latitude e a altura do ano) deverão ser suficientes para assegurar os níveis suficientes de vitamina D de forma a assegurar um fator protetor.
Os mecanismos pelos quais a vitamina D pode interferir com o risco de cancro poderão ser vários: regulação de cerca de 200 genes responsáveis pelo controlo do crescimento e diferenciação celular; diminuição de risco da transformação de células saudáveis em malignas; inibição da proliferação das células de cancro; indução da apoptose; inibição da angiogénese; ação anti-inflamatória; além disso os seus benefícios poderão incluir o aumento da eficácia na reparação do ADN, proteção antioxidante e imunomodelação.
De acordo com investigadores da Medical University of South Carolina, tomar suplementos de vitamina D poderá diminuir ou mesmo reverter o desenvolvimento de tumores da próstata de baixo risco, sem haver necessidade de cirurgia ou radiação. Um tumor da próstata é considerado agressivo se tiver uma classificação acima de 7 na escala de Gleason, o que representa um risco elevado de se espalhar pelo organismo. No caso de ter uma classificação inferior, muitos oncologistas optam por não tratar a doença, optando antes por uma vigilância ativa, uma vez que nestes casos os efeitos colaterais dos tratamentos podem ser piores do que a própria doença.
Um estudo anterior desta equipa avaliou os efeitos de suplementos de vitamina D (4000 UI) em homens com cancro da próstata de baixo risco. Ao fim de um ano, 55% desses homens mostrou uma diminuição na escala de Gleason ou mesmo o desaparecimento dos seus tumores quando comparado com as suas biópsias um anos antes.
Mais recentemente, os investigadores avaliaram os efeitos de suplementos de vitamina D em doentes que esperavam uma prostatectomia, a qual só pode ser realizada 60 dias após uma biópsia, devido à inflamação da mesma. Neste estudo clínico foram comparados dois grupos: o primeiro recebeu 4000 UI de vitamina D diariamente e o segundo um placebo. As próstatas foram removidas e examinadas 60 dias depois.
Resultados preliminares do estudo indicam que muitos daqueles que receberam vitamina D mostraram melhorias nos seus tumores, ao contrário dos tumores do grupo de placebo os quais permaneceram iguais ou pioraram. Além disso, a vitamina D causou mudanças drásticas nos níveis de muitos lípidos e proteínas celulares, especialmente aqueles envolvidos com a inflamação. Uma dessas proteínas, conhecida como fator de diferenciação de crescimento 15 (GDF15), foi fortemente induzida pela vitamina D, a qual está associada a uma diminuição da inflamação e encontra-se muito reduzida em cancros agressivos da próstata.
Como conclusão, o estudo sugere que suplementos de vitamina D poderão contribuir para uma melhoria de cancros da próstata de baixo risco, reduzindo a inflamação, o que poderá diminuir a necessidade de uma eventual cirurgia ou radioterapia.
Outras das formas de interferir com o desenvolvimento do cancro da próstata de baixo risco passa por se fazerem alterações no estilo de vida e alimentação. Em anos recentes têm-se acumulado evidências que sugerem que a dieta poderá ser uma forma importante de homens com cancro da próstata tomarem um papel ativo na evolução da sua doença e na saúde em geral. Estudos que avaliaram alterações na dieta mostraram benefícios: dos cinco estudos que foram realizados para avaliar o efeito de uma dieta à base de vegetais, quatro mostram ser eficazes no controlo do cancro da próstata (1, 2, 3, 4, 5, 6).
Há mais de 35 anos que Dean Ornish, membro do Intituto de Pesquisa em Medicina Preventiva, em parceria com a Universidade da Califórnia tem vindo a investigar a relação entre as alterações na dieta e estilo de vida e a saúde. Um desses estudos consistiu em acompanhar 93 doentes de cancro da próstata que participaram voluntariamente num estudo no qual se avaliaram os efeitos de uma alteração da dieta e de estilo de vida no controlo da doença. O estudo conclui que pacientes com cancro da próstata de estágio inicial optando por uma vigilância ativa, poderão ser capazes que evitar ou adiar tratamento convencional por pelo menos 2 anos fazendo alterações significativas na sua dieta e estilo de vida.
Atualmente está a decorrer um novo estudo (MEAL), no qual os participantes tentarão consumir 9 porções diárias de frutos e vegetais diariamente, assim como 2 porções de cereais integrais e uma porção de leguminosas. Este estudo clínico inclui homens com idades compreendidas entre os 50 e os 80 anos que tenham um tumor de dimensões reduzidas, numa fase inicial e que tenham optado por ter a sua condição seguida de forma vigilante em vez de se submeterem a um tratamento de imediato. Durante dois anos, os investigadores irão recolher sangue de forma a verificarem os níveis de antioxidantes e nutrientes assim como os níveis de PSA e biópsias, de forma a avaliarem se os cancros estão a progredir. A fase preliminar deste estudo mostrou resultados favoráveis. Para saber mais como prevenir o cancro da próstata, pode fazê-lo aqui.Alimentos bons para o Fígado e Vesícula
Beldroega
AGRIÃO — Para hepatites e males em geral do fígado, recomenda-se pilar folhas de agrião ou batê-las em liquidificador, com um pouquinho de água, passando-as a seguir em peneira. Tomar esse suco à vontade.
Lave bem as folhas de agrião.
ALCACHOFRA - Este vegetal tem ação excelente para os males do fígado e da vesícula biliar: ferver 20 g das folhas em meio litro de água durante 15 minutos e tomar 3 chávenas ao dia.
ALCAÇUZ — Relatórios médicos evidenciaram a ação da glicirrizina, substância encontrada no alcaçuz, no tratamento da hepatite viral crónica.
AÇAFRÃO das Índias - É uma especiaria muito picante usada nos molhos indianos, contém o ingrediente ativo curcuma, e as pesquisas comprovaram que essa substância protege o fígado, aumentando a secreção de bile.
Indicações: estigmas secos: gases intestinais, gastralgias, atonia digestiva, afecções das vias urinárias, cálculos dos rins, da bexiga e da vesícula, afecções respiratórias (asma, bronquite, coqueluche).
Chá por infusão, 2 a 10 gramas por xícara de água ao dia. Obs: Não exagere o uso, pois uma dose superior a 10 g pode produzir alterações no sistema nervoso.
ALFAFA - Para males do fígado em geral, bem como icterícias, recomenda-se tomar diariamente de 20 a 50 ml do suco de folhas frescas dessa planta.
ALMEIRÃO - As folhas dessa verdura são estimulantes do fígado e da vesícula biliar.
AZEDA-MIÚDA - Essa planta hortense constitui bom auxiliar no tratamento da icterícia e dos males do fígado: tomar uma colher (de sopa) de seu suco, de hora em hora.
BARDANA — Para tratamento das cólicas hepáticas recomenda-se o chá de bardana, feito com 150 g das folhas em meio litro de água.
O chá da raiz , (afecções da pele em geral, vias urinárias, , hepáticas, biliares,) 1 colher de sopa fatiada em uma panela com 1 xícara de água e deixe ferver por 5 minutos. Desligue a chama e mantenha em infusão por mais 10 minutos. Coe. Tome 1 xícara desse chá duas vezes ao dia. Tomado em excesso provoca dilatação da pupila e secura da boca. Crianças nunca devem tomá-lo. Passar na pele nem pensar. É irritante.
Beldoegra – afecções do fígado, dos rins e da bexiga, cálculos biliares, escoburto. Uso interno: chá por decocção, 50g a 100g para 1 litro de água, 3 xícaras por dia.
BERINJELA - É planta atuante nos males do fígado.
BERTALHA - As folhas dessa verdura são empregadas com sucesso nas moléstias hepáticas.
BETERRABA - É estimulante das funções hepáticas.
BOLDO - É planta de grande utilidade nos males do fígado e da vesícula biliar, dispepsias, flatulência, afecções gástricas, cálculos biliares, debilidade orgânica. Pode produzir irritações da mucosa do
CAAPEBA-DO-NORTE - As raízes dessa árvore, cozidas, são empregadas nas afecções hepáticas.
CAMAPU — O cozimento feito com o caule, folhas, raízes e frutos do camapu é indicado nas moléstias do fígado.
CAQUI— É fruta indicada no tratamento das moléstias do fígado.
CARDO-SANTO ou cardo mariano — Fazer infusão com as folhas e flores: ferver 10 g em meio litro de água repousando durante 8 minutos. Tomar 3 xicrinhas ao dia. Indicado em icterícias.
Cardo-leitoso ou cardo mariano - Usado pela medicina popular europeia para doenças do fígado, o cardo-leitoso e seus extratos ainda são usados para tratar hepatite e cirrose.
CARURU - É planta muito louvada como eficaz no tratamento das doenças do fígado.
CEBOLA — O uso constante de cebola, preferentemente crua, combate problemas hepáticos.
CENOURA — É planta útil no tratamento dos males do fígado.
CENTEIO — É cereal indicado no combate aos males hepáticos.
CEVADA — O cozimento deste cereal produz uma mucilagem que auxilia o tratamento das doenças do fígado: fazer papinhas ou sopas bem cozidas.
CHICÓRIA - É planta útil no combate a afecções do fígado e da vesícula biliar: ferver 30 g das raízes em meio litro de água durante 6 minutos e tomar 3 chávenas ao dia. A chicória, que não contém cafeína, substitui o café e é uma bebida popular em Nova Orleães. Embora mais usada como diurético e laxativo, ela também fortalece o fígado e alivia as dores causadas pela gota e pelo reumatismo.
Além disso, sabe-se que a chicória dissolve cálculos biliares e elimina o excesso de catarro.
Contra icterícia proveniente do fígado, ferver 30 g das raízes de chicória junto com 60 g de raízes de salsa e mais algumas folhas de salsa. Ferver durante 2 minutos em 1 litro de água, deixar amornar antes de filtrar e tomar 3 xícaras ao dia.
CHUCRUTE - O suco do chucrute, ingerido às colheradas, várias vezes ao dia, é benéfico em moléstias do fígado, inclusive hepatite.
COGUMELO - O cogumelo japonês rei-shi (também conhecido como leici ou ganoderma) tem sido usado com sucesso nas hepatites por vírus.
COUVE – Vitaminizante, mineralizante, anti-anêmica, Nutriente, antiinflamatória, cicatrizante. Folhas afecções hepáticas, cálculos biliares, hemorróidas, colite ulcerosa,. Uso interno: refogados como alimento. A couve orgânica é mais indicada para o uso medicinal, ou excesso de uso de agrotóxico pode fazer mal a saúde.
DAMASCO — Esta fruta é considerada útil no tratamento da cirrose hepática.
DENTE-DE-LEÃO – depurativa, alcalinizante, diurética, hepática, colagoga, anti-hemorrágica. É considerada planta protetora hepática: consomem-se as folhas cruas, em saladas, e as raízes em decocção: ferver 20 g delas em meio litro de água durante 8 minutos e tomar 3 chávenas ao dia.
Os herboristas de todo o mundo usam as folhas do dente-de-leão como purificador do sangue, laxativo suave e auxiliar da digestão e para tratar das disfunções do fígado, da vesícula e do baço. O suco extraído da raiz do Dente-de- Leão é usado para fazer suco e vinho.
As raízes podem ser limpas, secas, torradas, moídas e substituem o café ou são usadas como um ingrediente do chocolate quente. As folhas de dente-de-leão podem ser preparadas como chá, adicionadas às saladas, cozidas ou fervidas no vapor. Elas são ricas em cálcio, fósforo, ferro, potássio e vitaminas A, B e C. O dente-de-leão pode tratar obesidade, gota, hipertensão, arteriosclerose e pedras nos rins. As folhas também são usadas para lavar o rosto e em banhos de ervas.
ERVA-DE-SÃO-PEDRO - É estimulante das funções hepáticas.
FRAMBOESA — É fruta útil nas afecções do fígado e da vesícula biliar.
GROSELHA - É descongestionante do fígado.
JILÓ — É alimento estimulante do metabolismo hepático.
Na hepatite aguda ou crônica, bem como na cirrose hepática, é empregada a monodieta de jiló.
JENIPAPO — É fruta útil contra os males do fígado.
JURUBEBA - O chá preparado com as raízes, as folhas e os frutos dessa planta é louvadíssimo no tratamento das moléstias do estômago e do fígado.
Contra-indicações: Diarréias, duodenite erosiva, elevação das enzimas hepáticas, gastrite, náuseas, sintomas neurológicos, vômitos.
LECHIA — É fruta útil nos males do fígado.
LIMÃO - litíase biliar e renal, nefrite, gastroenterite, afecções hepáticas, cistite.
LOSNA – afecções gástricas e hepáticas, meteorismo, inapetência, cólicas abdominais, diarreia. Folhas uso interno: chá por infusão, 20g de losna para 1 litro de água, tomando-se uma colher das de sopa de hora em hora inicialmente, e espancando mais aos primeiros sinais de melhora.
LOURO - Também é conhecido o fato de que as folhas de louro, tão usadas na culinária, estimulam o baço e o fígado, enquanto o seu óleo pode ser usado para curar feridas.
MAÇÃ — Nas hepatites recomenda-se lavar bem uma maçã, cortá-la (com a casca) e ferver por 10 minutos em meio litro de água. Adicionar uma colher de mel e tomar pela manhã em jejum.
MAMÃO — Em casos de hepatite aguda é muito recomendável uma alimentação rica nessa fruta.
MEL - É alimento muito recomendado nos males do fígado, principalmente hepatites. De preferência mel produzido a partir de flores de alecrim ou de cipó-uva.
MELANCIA— É considerada fruta benéfica para o fígado.
MELÃO - É dotado de propriedades estimulantes hepáticas.
MELÃO-DE-SÃO-CAETANO - É alimento reputado como útil nas afecções hepáticas.
MORANGO — As frutas cozidas do morangueiro estimulam o funcionamento do fígado.
Nas hepatites recomenda-se tomar infusão preparada com 25 g das folhas em meio litro de água, repousando 12 minutos. Pode-se tomar também decocção feita com as raízes do morangueiro: 25 g em meio litro de água, fervendo 5 minutos. Em ambos os casos tomar 3 chávenas ao dia.
Propriedades terapêuticas diurética, adstringente, antilítica, Neurotómica,
Folhas – Indicações: uso interno – chá por decocção, 20g de folhas frescas para ½ litro de água, que deve ser reduzida à metade pela fervura. Tomar 1 colher das de sopa desse líquido duas vezes ao dia.
Frutos - litíases vesicais e biliares, afecções renais, bronquite, hepatite, gota, artritismo, dispepsia, anemia.
PICÃO – Desobstruente do fígado, antidiabética, antidisentérica, Sialagoga. Chá por infusão, dosagem normal. Suco de folhas secas.
PACIÊNCIA — A raiz desta planta é empregada no tratamento das moléstias do fígado.
PARIPAROBA - O chá desta planta, preparado por decocção, é utilizado nos males do fígado.
PEPINO — É alimento tônico hepático.
RUIBARBO - Esta planta age descongestionando o fígado.
SABUGUEIRO — Nas icterícias de causa hepática é recomendada a infusão de cascas de sabugueiro: 30 g em meio litro de água, repousando 10 minutos. Tomar 3 chávenas ao dia.
SALSA - A salsa, muito usada na culinária, é um diurético excelente e valiosa no tratamento dos problemas da vesícula. Encontrado em folhas, raízes e sementes, esse condimento em geral é adicionado às saladas, aos molhos e aos cozidos.
SEGURELHA — Em casos de icterícia fazer infusão da planta inteira, sem a raiz: 30 g em meio litro de água, repousando 18 minutos. Tomar duas xicrinhas ao dia.
TAIOBA — É considerada muito eficaz contra males do fígado.
TAMARINDO - As flores do tamarindo, em infusão, são indicadas nas moléstias hepáticas.
Trapoeraba – o chá preparado com as folhas dessa planta é considerado eficaz no combate às moléstias do fígado.
Uva – As uvas, bem como as folhas da parreira, são estimulantes das funções hepáticas constituindo mesmo a base de preparados farmacêuticos para o fígado.
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