sábado, 10 de agosto de 2013

Plantando - O ouriço-cacheiro como regulador de pragas na sua horta

Ouriço-cacheiro   
Erinaceus europaeus 


Ouriço-cacheiro
O  ouriço-cacheiro é maior insectívoro da nossa fauna, com um comprimento do corpo entre 18 e 20 cm e cerca de 1 kg de peso máximo, sendo o valor mais habitual os 700 g. É facilmente identificado por ter o dorso coberto de espinhos longos e aguçados, de cor acastanhada e com bandas escuras nas extremidades. A cauda é muito pequena, as orelhas são igualmente pequenas e a cabeça encontra-se bem destacada do corpo. A cabeça e a superfície ventral são densamente cobertas de pelos. Tem um sentido de visão pouco desenvolvido, ao contrário da audição e do olfato. Quanto sente perigo enrosca-se, expondo os espinhos como armas de defesa.
Hiberna entre Novembro e Março.
É um animal solitário e territorial, de hábitos essencialmente noturnos, podendo ser observado nas últimas horas do dia e ao amanhecer. Alimenta-se sobretudo de invertebrados que encontra no solo - minhocas, escaravelhos, lagartas, aranhas e lesmas - embora também por vezes consuma ovos e pequenos vertebrados - sapos, lagartos, crias de roedores e de aves. Também come peixe, até porque é um excelente nadador. Consome cerca de 70 g de alimentos por noite.
A época da reprodução verifica-se de Abril a Agosto, tendo a gestação uma duração de 12 a 13 semanas. Cada ninhada é composta por 4 a 6 crias.
Tem uma longevidade máxima de 7 a 10 anos, vivendo em média 3. As principais causas de mortalidade são a fome durante a hibernação e a predação por parte de raposas, texugos ou mesmo cães. Os atropelamentos na estrada constituem também um importante fator de mortalidade desta espécie.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Beterraba

                              
Benefícios
 
Os benefícios da beterraba são tão grandes e variados que é difícil saber por onde começar. Tem uma importante acção de depuração e de fortalecimento do sistema imunitário, estendendo-se os seus efeitos benéficos a todo o organismo.
 
O seu elevado conteúdo de antioxidantes é útil no combate às infecções. Tem uma acção profunda na estimulação da circulação e na produção de glóbulos vermelhos, limpando e purificando o sangue, o que lhe permite transportar os nutrientes por todo o corpo e combater a anemia.
 
Na Europa de Leste, as suas propriedades de limpeza do sangue são de tal modo respeitadas que é usada no tratamento da leucemia. O teor de ferro e de açúcar da beterraba fortalece e dá energia, estimulando a memória e a concentração.
 
Apesar de doce, é muito pouco calórica e rica em hidratos de carbono, bem como em vitaminas e minerais essenciais – betacaroteno (que o organismo transforma em vitamina A), vitaminas B6 e C, ácido fólico, manganés, ferro, potássio e fósforo.
 
Órgãos vitais
 
A beterraba protege muitos dos nossos órgãos vitais. Reforça o funcionamento dos rins, vesícula biliar e fígado e combate a formação de cálculos renais. É um anti-inflamatório natural, ajudando a atenuar as reacções alérgicas.
 
Dada a sua acção sobre o sangue, a beterraba pode ser muito útil no alívio de problemas ligados à menstruação, como a anemia causada por períodos abundantes, ou como regulador do ciclo menstrual. Pode também ajudar a reduzir os problemas provocados pela menopausa.
 
A beterraba contém antioxidantes importantes que previnem a doença. Fortalece ainda o sistema linfático - a primeira linha de defesa do organismo contra a doença -, sobretudo se ingerida em sumo.
 
Escolher, guardar e usar
 
Escolha beterrabas firmes, vermelho-púrpura a pele inteira, de preferência as de cultura biológica ainda com a rama. Verifique a sua frescura pelas folhas, que deverão ser verdes.
 
Pode incluir a beterraba em diversos pratos; normalmente, serve-se cozinhada, mas pode também ser consumida crua em saladas, ralada ou em rodelas finas. É muito utilizada na cozinha do leste europeu.
 
O sumo de beterraba é altamente fortificante e, se o misturar com cenoura, espinafres e couve, obterá um cocktail extraordinariamente saudável. Muitas pessoas que não gostam de comer beterraba apreciam o seu sumo adocicado, sobretudo quando misturado com o de outros legumes mais apimentados ou amargos. Inclua a rama no sumo, pois esta contém outros nutrientes. A única desvantagem conhecida da beterraba é manchar a roupa. Tome cuidado. :)
 
Benefícios
 
- Elimina as toxinas
- Fortalece os sistemas imunitário e circulatório
 - Fortalece o sangue e combate a anemia
- Combate infeções.
- Inflamações e cálculos renais
- Fornece energia e dá equilíbrio
 

Hortelã - Pimenta

                   Hortelã-pimenta
 
Os benefícios da planta que atua contra as más digestões
 
Esta planta oferece um óleo essencial (29 a 55% de mentol), com ação antibiótica, flavonoides, com ação relaxante sobre o trato gastrointestinal, e taninos com ação emoliente.
 
Atua nas más digestões e enfartamentos, tem uma ação antiespasmódica e elimina dores do estômago e intestino.
Ao nível da vesícula biliar, alivia os espasmos e aumenta a produção de bílis.
 
Num estudo italiano de 2007, realizado em 57 pacientes com síndrome do cólon irritável, 75% dos que utilizaram óleo de hortelã-pimenta reduziram em mais de 50% os sintomas desta patologia ao fim de 4 semanas. No grupo placebo, apenas 38% alcançaram este resultado.
 
O óleo de hortelã-pimenta (aplicado nas têmporas e zona frontal de 15 em 15 minutos) foi tão eficaz quanto o paracetamol (1000 mg) nas cefaleias de 41 pacientes, num estudo realizado na Universidade Christian-Albrechts, na Alemanha.
 
Outras indicações
 
A hortelã pimenta tem um efeito benéfico nos casos de síndroma do cólon irritável e doença de Crohn. Reduz o excesso de pelos (hirsutismo) em homens e mulheres, podendo ser conjugada, internamente, com a salva, anho casto ou alcaçuz, e com uma aplicação externa de calêndula.
 
Sob a forma de óleo essencial, utiliza-se: internamente, no tratamento de catarro pulmonar e inflamações na boca; e, externamente, em dores, distensões musculares, entorses e neuralgias, produzindo uma sensação de frio.
 
Administração
 
- Chá: As folhas são ingeridas sob a forma de infusão (uma saqueta para uma chávena).
 
- Óleo essencial: Deve ser administrado com seis a 12 gotas diluídas em água ou sumo, divididas por três tomas diárias.
 
Precauções
 
Utilizar sob vigilância de um especialista, em casos de litíase na vesícula biliar (pedras) e de refluxo gastro esofágico.
Nos homens, pode provocar uma diminuição da libido.
O óleo essencial não deve ser administrado em pacientes com epilepsia ou hipertensão.
 
Remédios caseiros
 
- Óleo para massagens: Coloque uma mão cheia de folhas bem esmaga­das de hortelã-pimenta fresca em 250 ml de azeite. Espere sete dias e aplique sobre as zonas afetadas.
 
Revisão científica: João Beles (naturopata, coordenador do curso de Naturopatia do Instituto de Medicina Tradicional de Lisboa)
 

How to Make Lavender Oil at Home

                                                

Did you know that lavender oil was used to dress wounds during the first world war, because they were low on antiseptics? Lavender oil is not just for aromatherapy but for many healing purposes too. So, why not make your own lavender oil and enjoy its benefits.

Lavender oil is one of the most commonly used multipurpose oils, and one of my most favorite essential oils. Lavender oil can be added to the bathtub, some drops can be added to a pillow, or it can be used for massage. It has relaxing properties, and it can also be mixed with a carrier oil and used over burns and cuts, as it has an antibacterial action. Not only does it heal the skin, but it also helps in scar-free healing! Lavender also helps in sinus problems, and this oil can be inhaled deeply to reduce congestion. Lavender oil costs around USD 10, for a bottle of 30 ml. But, why spend so much money when you can make lavender oil at home.

How to Make Homemade Lavender Oil?

Companies use the steam distillation process to make lavender essential oil. This process is a type of distillation process used for natural aromatic materials, wherein steam or water is added to the aromatic compounds, so that their boiling points is depressed and they are allowed to evaporate at lower temperatures, because such compounds tend to decompose at high temperatures.
But, it is not possible to make lavender essential oil at home. However, the process of making infused lavender oil is fairly easy and can be done at home. In this process you just have to let the lavender herb soak in a carrier oil and then strain it. Carrier oil is a base oil, which is usually used to dilute pure essential oils.

Here are the things you require and the stepwise instructions you should follow.
Things you will need:

One big bottle of carrier oil
Bunch of lavender flowers
A small glass jar
Rubber band
Plastic cling film
Strainer
Saucepan
Spoon

Step #1: The process of making lavender oil from dried lavender plant is also possible, in case you don't have fresh lavender flowers. Take the twigs of lavender and run your fingers along the stem, to take out the flowers. Collect enough lavender flowers in this way, and then fill them up in the jar.

Step #2: Now take a carrier oil in a saucepan. The quantity of the oil should be enough to fill the
glass jar. Slightly warm this oil, and then pour it slowly in the jar, till it has nicely covered the jar. There are many choice of carrier oils. The most suitable is olive oil, as it can be used for skin care and massages too. My favorite choice is jojoba oil, as it a non-greasy oil which gets soaked by the skin easily. But jojoba oil is not a preferred massage oil, as it doesn't have the slippery effect. Another good choice for carrier oil is almond oil, as it is good for skin care and has a high amount of vitamin E in it.

Step #3: Take a piece of cling film, and wrap it around the opening of the jar. Secure the plastic cling film using a rubber band.

Step #4: Let this essential oil mixture steep for a month. Keep shaking the bottle lightly everyday, to let all the ingredients mix well. Store the bottle in a cool and dark place.

Step #5: After a month's period, take out the jar and strain the mixture and use a spoon to press the lavender flowers, to completely separate the precious oil from the flowers.

Step #6: Pour this oil in an amber colored glass bottle, and close it using a cap. There, you have it; your own homemade lavender oil.

So, what are you waiting for? Grab all the things you need, and use the above steps on making lavender oil, and enjoy all the benefits and uses of this aromatic oil!


Source: http://www.buzzle.com/articles/lavender-oil-how-to-make-lavender-oil-at-home.html

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Revolução agrícola: Tecnologia pode dispensar fertilizantes na agricultura

 
O professor Edward Cocking garante que as plantas não são geneticamente modificadas, apenas se utilizam de uma relação simbiótica com uma bactéria natural.[Imagem: University of Nottingham]
 
Revolução agrícola
 
Um pesquisador da Universidade de Nottingham, no Reino Unido, garante ter feito uma descoberta que poderá mudar a forma como a humanidade cultiva seus alimentos.
 
Ele desenvolveu plantas que sintetizam o nitrogênio diretamente do ar atmosférico, dispensando o uso de fertilizantes na agricultura.
 
A adoção da agricultura é vista como um divisor de águas na história da humanidade, quando o homem deixou para trás as práticas de caça e coleta, modos de subsistência típicas dos demais animais.
 
A segunda revolução veio no início do século passado, com o desenvolvimento do processo Haber-Bosch, que permitiu a fabricação de fertilizantes sintéticos, impulsionando a agricultura e permitindo que a humanidade passasse de 1,6 milhão de habitantes em 1900 para os cerca de 7 bilhões atuais.
 
O problema é que, se os fertilizantes são bons para as culturas humanas, eles estão longe de serem benignos para o meio ambiente. A poluição causada pelo nitrogênio é uma das grandes preocupações dos ambientalistas, incluindo os danos causados pelos nitratos, pela amônia e pelos óxidos de nitrogênio.
 
Fixação do nitrogénio
 
Agora, o Dr. Edward Cocking garante ter descoberto uma tecnologia que permite que todas as culturas de grãos do mundo capturem o nitrogênio do ar, acabando com a dependência dos fertilizantes e potencialmente iniciando uma terceira revolução agrícola.
 
A fixação do nitrogénio, o processo pelo qual o nitrogênio é convertido em amônia, é vital para que as plantas sobrevivam e cresçam.
 
No entanto, apenas um número muito pequeno de plantas, a maioria leguminosas (como ervilha, feijão e lentilha) têm a capacidade de fixar o nitrogênio a partir da atmosfera, com a ajuda de bactérias fixadoras de nitrogênio.
 
A grande maioria das plantas precisa obter o nitrogênio a partir do solo, o que significa que a as culturas comerciais em todo o mundo dependem dos fertilizantes nitrogenados sintéticos - para isso, o homem usa o processo Haber-Bosch para sintetizar a amônia e fabricar os fertilizantes.
 
Sem modificação genética
 
Agora, o professor Cocking desenvolveu uma técnica para inserir bactérias fixadoras de nitrogênio nas células das raízes das plantas.
 
Seu ovo de Colombro ficou de pé quando ele descobriu uma cepa específica de bactérias fixadoras de nitrogénio na cana-de-açúcar capaz de colonizar intracelularmente todas as principais plantas cultivadas comercialmente.
 
Nas suas experiências, ele verificou que a fixação da bactéria nas raízes dá a praticamente todas as plantas a capacidade de fixação do nitrogênio a partir do ar.
 
Segundo o pesquisador, a técnica não é nem modificação genética e nem bioengenharia, já que usa tão somente uma bactéria natural, que tem a capacidade de fixar o nitrogênio a partir do ar.
 
Inserida no interior das células das plantas através da semente, a bactéria dá a cada célula a capacidade de fixar nitrogênio diretamente da atmosfera.
 
Segundo Cocking, que batizou sua tecnologia de N-Fix, as sementes da planta são revestidas com estas bactérias a fim de criar uma relação simbiótica - mutuamente benéfica - e produzir nitrogênio naturalmente.
 
Testes de campo
 
Tudo foi testado em laboratório, e pareceu funcionar como esperado. Agora é só esperar os testes de campo.
 
A Universidade já licenciou a tecnologia para a empresa Azotic Technologies, que vai tentar obter autorização para o uso do N-Fix em vários países, incluindo o Brasil.
 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

30 RAZONES PARA NO INGERIR LÁCTEOS



30 razones para no ingerir secreción mamaria (leche) de vaca
 
En el siguiente artículo, se pretende abrir los ojos de las personas que han obedecido ciegamente lo que se ha enseñado hasta ahora sobre la leche de vaca.
 
1.- La Leche reduce el hierro en los niños pequeños. Es por esto que en 1993, la Academia Nacional de Pediatría de los Estados Unidos publicó un comunicado oficial expresando que en su opinión, ningún niño debería de beber leche animal antes de los 18 meses de edad. De igual manera, contribuye a la carencia de ácidos grasos esenciales y Vitamina E.
 
2.- La leche animal estimula al cuerpo a producir mucosidad. Es por esto que cuando se sufre de un resfriado los doctores recomiendan no tomar leche.
 
3.- La leche animal está llena de bacterias. Por lo tanto es un excelente medio para hacer que las bacterias crezcan en el cuerpo. Es por esto que los niños que no toman leche animal o productos lácteos de procedencia animal, se enferman menos, sufren de menos caries y de menos infecciones de oído. La pasteurización utilizada por la industria de la leche generalmente dura 15 segundos en tanto que para que las bacterias malas de la leche se inactiven, es necesario que el proceso dure por lo menos 15 minutos.
 
4.- La Caseína, que es una proteína presente en la leche y es utilizada para manufacturar pegamento, produce en un gran número de niños, que los tejidos blandos se hinchen. Estos tejidos blandos se encuentran comúnmente en la garganta, cavidades nasales y senos paranasales. Cuando estos se encuentran inflamados, se presentan dificultades para respirar.
 
5.- El beber y consumir productos lácteos está asociado con varias enfermedades como, diabetes, esclerosis múltiple, del corazón, de Chron, síndrome del intestino irritable y hasta cataratas.
 
6.-La leche contiene cantidades anormales de antibióticos ya que los granjeros se los inyectan a las vacas para evitar que estas cesen la producción de leche por enfermedades en las ubres. Este tipo de enfermedades son comunes en las manadas productoras de lácteos. Estas cantidades anormales de antibióticos contribuyen a que las bacterias se hagan resistentes a ellos, haciendo que combatirlas sea más difícil cuando se trata de enfermedades más serias.
 
7.- Conviene saber también que la leche Animales y productos derivados contiene cantidades excesivas aproximadamente 59 tipos diferentes de hormonas -pituitarias, esteroideas, adrenales, sexuales, etc.- Además, niveles elevados de esa hormona, unidos a otros tóxicos, se consideran hoy causa de la aparición de diversas enfermedades degenerativas.
El 80% de las vacas están embarazadas mientras son utilizadas para producir leche, lo cual naturalmente eleva los niveles de estas hormonas. Además, los granjeros inyectan a las vacas con hormonas sintéticas para incrementar la producción de leche. Estos altos niveles de hormonas femeninas en la cadena de alimentos han sido vinculados con problemas de salud en el mundo entero. Son también asociados con una pubertad precoz…
 
8.- La leche contiene grandes cantidades de grasa, la cual tapa las arterias incluso de las personas jóvenes.
 
9.- El azúcar en la leche (lactosa) es muy difícil de digerir ya que cuando los niños llegan a la edad de dos años, los intestinos elaboran menos lactasa, una enzima necesaria para absorber y digerir la lactosa. Esta disminución en la producción de lactasa en los humanos sucede cuando ya no es necesaria la ingestión de leche materna para el crecimiento. Cuando consumimos leche o productos lácteos animales, es muy probable que la lactosa se fermente en los intestinos causando problemas digestivos como hinchazón, gases y otras dificultades serias.
 
10.- La leche animal contiene una perfecta combinación de minerales designados para ayudar a madurar al sistema digestivo de sus crías. Este sistema digestivo les permitirá digerir correctamente los nutrientes del pasto y hierbas. Las vacas cuentan con un estomago configurado por cuatro cámaras y regurgitan, mastican y tragan sus alimentos varias veces antes de digerirlos. Tienen un aparato digestivo muy diferente a los humanos y por lo tanto tienen diferentes necesidades. Cuando consumimos leche, estamos ingiriendo los minerales y químicos que las vacas necesitan en su sistema y como nuestras dietas son diferentes, estos químicos y minerales perturban nuestra digestión y afectan la absorción de los nutrientes presentes en nuestras dietas.
 
11.- La leche ocupa un lugar alto en la lista de productos causantes de alergias y sensibilidad. Se ha demostrado que afecta el comportamiento, sueño, concentración y incluso enuresis.
 
12.- La leche por sí sola o cuando se combina con gluten (presente en los granos) se asocia con el autismo. Cuando se sospecha de alguien que padece el Síndrome de Intestino Permeable, se le recomienda una dieta libre de lácteos y gluten.
 
13.- Los niños discapacitados que sufren de problemas neurológicos tales como Autismo, Síndrome de Down, problemas de aprendizaje y lesiones cerebrales son especialmente vulnerables a los lácteos. Ciertas proteínas presentes en la leche animal, como la caseína y la del suero de leche aparentemente irritan el sistema nervioso de los humanos, provocando que estos problemas neurológicos se agraven en los niños. Es por eso que si no se toma leche o lácteos, los programas de rehabilitación producen mejores resultados, comparados con los que si los toman.
 
14.- Estudios han comprobado que el consumo de hormonas, colesterol y la grasa encontrada en la leche animal hace a que una persona sea más probable a desarrollar acné y arrugas en la piel.
 
15.- Personas de descendencia Asiática, Africana, Hispana o del Sur de Europa son especialmente vulnerables a los problemas asociados con el consumo de leche. Esto explica el por qué la mayoría de los países del mundo no toman leche.
 
16.- La leche es una de las sustancias que contienen más dioxinas. Contrario a lo que se creía, las Dioxinas en la leche y los quesos son diez veces más propensas a producir cáncer. Durante el verano de 1999 la industria de la leche en Bruselas cerró por un mes debido a que la leche contenía 100 veces más que los niveles recomendados de dioxina.
 
17.- La leche contiene sangre animal… Las máquinas ordeñadoras provocan heridas en los pezones de la vaca que sangran y esta sangre va a la leche.
 
18.- La leche contiene Pus. Las reglas del departamento de Salud y Servicios Humanos de los Estados Unidos y la Administración de Alimentos y Medicamentos (FDA) estipulan que la leche es anormal y no se debe de ingerir si contiene más de 200.000 células blancas muertas por mililitro.
 
19.- La leche es asociada con el cáncer de próstata en los hombres. Los riesgos aumentan un 30% si se consumen de dos a tres porciones al día. Las mujeres que toman productos lácteos aumentan sus riesgos de contraer cáncer de ovario hasta en un 66%.
 
20.- El consumo de leche y los quesos se asocia con el Asma. Cuando los humanos consumen la proteína Caseína (utilizada para crear el pegamento que adhiere las etiquetas en las botellas de cerveza) producen histamina y después moco. Si los bronquios se llenan de esta sustancia se producen dificultades al respirar.
 
21.- Los niños que toman mucha leche y consumen mucho queso seguido carecen de Zinc.
 
22.- La leche es alta en colesterol, el cual produce enfermedades del corazón.
 
23.- Las historias asociadas al calcio y el consumo de leche es en su mayoría un mito creado por la industria de la leche, que en sus campañas de publicidad dicen que la leche de vaca contiene grandes cantidades de calcio. Estratégicamente también dicen que necesitamos calcio. Estas dos afirmaciones son ciertas, sin embargo, no dicen que el consumir leche nos provea de este calcio, esto es porque en realidad no sucede así. El calcio en la leche se combina con otros minerales, que se encuentran en cantidades excesivas en la leche animal, formando una molécula la mayoría de las veces muy grande para ser absorbida por el intestino humano. En áreas del mundo donde no se consume leche, las enfermedades asociadas con la falta de calcio son casi inexistentes. La osteoporosis y ateroesclerosis son muy raras en culturas donde el consumo de leche es limitado. De hecho, estudios recientes sugieren que la leche y el queso en realidad puedan ser los causantes de la osteoporosis ya que las altas cantidades de proteínas en los lácteos provocan que el calcio se separe de los huesos.
 
24.- La presencia de Vitamina D en la leche, es muy mal regulada. Recientemente, se encontró que en 42 muestras solamente el 12% contaban con la cantidad prometida de vitamina D. También se han estudiado 10 muestras de formulas infantiles, 7 de ellas contenían el doble de cantidad de vitamina D anunciada, una incluso tenía 4 veces más. La Vitamina D es toxica en cantidades de sobredosis.
 
25.- El tomar leche podría contribuir en la fractura de huesos. En un estudio de 78.000 mujeres hecho durante un periodo de 12 años, la leche no redujo el riesgo de fracturas. De hecho, las mujeres que tomaban leche tres veces al día tuvieron más fracturas que las que rara vez lo hacían.
 
26.- Otro factor importante es el colesterol por el riesgo de enfermedades cardiacas y de circulación y 8 onzas de leche equivalen a 14 piezas de tocino. ¿Es esto lo que desea para usted o sus hijos? Es su opción. Un vaso de leche equivale a 35mg. de colesterol. 4 piezas de tocino equivalen a 30 mg.
 
27.- Otros de los efectos asociados con el consumo de leche animal incluyen diarrea y estreñimiento, especialmente en los jóvenes.
 
28.- El consumo de leche animal puede también estar asociado con el Síndrome de Muerte Súbita Infantil y la enfermedad de Esclerosis lateral Amiotrofica (Enfermedad de Lou Gehrig).
 
29.- La leche es un buen conductor de veneno. Un estudio que reviso casos de envenenamiento en Inglaterra y Gales entre 1992 y 1996, 20 de estos casos estaban asociados con el consumo de leche y sus derivados.
 
30.- La composición química de la leche de vaca es absolutamente perfecta para nutrir a un ternero. Provee con los nutrientes exactos para hace que la vaca sea nutrida perfectamente y le ayuda a desarrollar su sistema digestivo e inmune. La leche humana es igual de perfecta para los bebes. Si le diéramos leche humana a un ternero, sufriría de mal nutrición y se enfermaría en muy poco tiempo. Claro está que cualquiera pensaría que hacer esto es algo ridículo. Sin embargo, ¿es esto mucho más ridículo que el alimentar a nuestros niños con leche y derivados no humanos?
 
Hay excelentes leches de origen vegetal como la leche de almendra, de coco, de soja, etc.
 
En la mayoría de los supermercados se puede encontrar leche y queso de soja y de vegetales, yogur de soja etc.
 
Para los bebes, existen marcas de formulas con base de soja y son más nutritivas y saludables que las que contienen base de leche animal.
 
Y por ultimo esta la dieta libre de leche. La mayoría del mundo no toma leche y obtienen calcio satisfactoriamente de otros alimentos. Almendras, amaranto, fríjol pinto y negro, brócoli, repollo, garbanzo, coliflor, berza, flor dientes de león, higos, avellanas, col verde, escarolas, puerro, melaza, aceitunas, cacahuates, perejil, pistachos, uva pasas, ajonjolí, frijol de soja, tofu, espinacas, semillas de girasol, berros, son tan solo algunos de los alimentos que contienen cantidades considerables de calcio que nuestro organismo puede absorber y que podemos disfrutar.
 
 
Fuente: http://curiosidadny.blogspot.ch/2013/07/30-razones-para-no-ingerir-lacteos.html

Erva de São Roberto

Erva-de-são-roberto

Uma planta anticancerígena, antioxidante e digestiva

Também conhecida por bico de grou ou cegonha (devido aos seus frutos em forma de bico) ou gerânio, a erva-de-são-roberto encontra-se em terrenos húmidos e zonas sombrias um pouco por todo o país.

Estudos científicos já testaram os benefícios desta planta. Um dos seus constituintes, o citronelol, apresentou ação anticancerígena e anti-inflamatória.

Juntamente com outras plantas medicinais (ganoderma, codonopsis e angelica chinesa), a erva-de-são-roberto conseguiu diminuir a leucopenia (diminuição dos glóbulos brancos) em 105 pacientes oncológicos a fazerem quimio ou radioterapia, de acordo com dados divulgados pela Phytotherapy Research, em 2009.

Princípios ativos

A erva-de-são-roberto contém um óleo essencial (geraniol, citronelol, linalol, terpineol) com ação antisséptica, antiviral, anticancerígena e reguladora hormonal. Contém também taninos com ação regeneradora, adstringente e hemostática e flavonoides (rutina, derivados da quercetina e campferol) com ação antioxidante e estimulante do sistema imunitário. Os seus constituintes amargos (geraniína) têm propriedades digestivas. Esta erva inclui ainda ácidos fenólicos com ação anti-inflamatória.

Principais propriedades

É recomendada em casos de problemas gastrointestinais, nomeadamente úlceras de estômago, azia, digestões difíceis e/ou diarreias. Pode ser utilizada também como um estimulante do sistema imunitário. É ainda coadjuvante em oncologia, principalmente no cancro do tubo digestivo.
 
Outras propriedades
É benéfica na gota e hipertensão, devido à sua ação diurética, nas inflamações do aparelho urinário, em uso tópico nas afeções osteoarticulares e como cicatrizante.

É ainda indicada em gargarejos, para gengivites e inflamações orofaríngeas. Esta erva pode também ser utilizada em chá.

No caso dos taninos irritarem a mucosa gástrica, adicione à tisana plantas mucilaginosas, como a alteia ou as malvas.

Chá de erva-de-são-roberto

Junte uma colher de sopa de talos, folhas e flores a uma chávena de água a ferver. Beba duas a quatro vezes ao dia.

Remédio caseiro

Para tratamento de feridas, faça um cataplasma, triturando a planta fresca até formar uma pasta e aplique sobre as feridas ou zonas dolorosas.

Fonte:
http://saude.sapo.pt/saude-medicina/medicina-natural/guia-plantas-suplementos/erva-de-sao-roberto.html
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