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sábado, 12 de dezembro de 2015

Pau d'arco ou ipê




Trata-se de uma planta muito utilizada pela Naturopatia em Portugal, está disseminada por todos os países latinos da América do Sul e Central, nos quais é denominada lapacho ou Ipê.

A utilização nas leucemias e outros cancros remonta a tratamentos realizados por médicos e naturopatas brasileiros na década de 60, no seguimento da sua ampla utilização por várias tribos de índios da Amazónia brasileira e peruana.

Vários estudos têm confirmado a acção do lapachol do pau d’arco como anticancerígeno. Na leucemia, reduz a acção da telomerase, aumentando a morte das células cancerígenas (Jounal of Medical Food, 2010). No cancro da mama, inibe os receptores dos estrogénios (International Journal Molecular Medicine, 2009) e no cancro do fígado, inibe o seu crescimento e metastização (Biosci Biotechnol Biochem, 2007).
No que toca ao cancro da bexiga, inibe o crescimento e aumenta a apoptose (Experimental Oncology, 2006). No cancro da próstata, inibe a inflamação e reduz também a acção da telomerase (Pharmacology Research, 2005) enos cancros do pulmão (International Journal of Oncology, 2005) e cólon (Anticancer Drugs, 2003) aumenta também a apoptose das células cancerígenas.

Princípios activos

Derivados naftoquinónicos, com destaque para o lapachol com propriedades anti-tumorais, pró-apoptóticas (estimula a morte das células cancerígenas), anti-inflamatórias, imunoestimulantes, diuréticas e antivirais. Destaque também para a quinona, que estimula o fígado a produzir protrombina e outras substâncias que participam na coagulação do sangue. Contém ainda flavonóides, especialmente quercetina, com acção antioxidante, anti-inflamatória e anti-alérgica; óleos essenciais com acção antibiótica, e coenzima Q10, um forte regenerador celular.

Principais propriedades

É eficaz no cuidado das anemias. Aumenta a produção de glóbulos vermelhos e da respectiva hemoglobina por um estímulo na medula óssea vermelha. Esta acção também conduz a uma maior produção de glóbulos brancos. É amplamente utilizada em paciente oncológicos a fazerem quimioterapia, de forma a reduzir os efeitos secundários desta terapêutica e, concomitantemente, estimular o sistema imunitário a lutar contra a patologia.

Outras propriedades

Tem uma acção antibiótica, sendo por isso aconselhado como coadjuvante no tratamento e prevenção de gripes, amigdalites, infecções urinárias e bronquites. Pela sua acção regeneradora dos tecidos e hemostática é muito utilizado na cicatrização de feridas externas ou internas (úlceras de estômago ou duodeno). Também é em candidíase, infecção por HIV, infecção na próstata, miomas no útero e quistos nos ovários.
 
 

Feijão frade - fonte proteica e anticancerígeno - superalimento

 


 
Além de ser como todas as leguminosas um óptima fonte de ácido fólico, proteína, ferro e ajudar a baixar o colesterol também é anticancerígeno e antioxidante.
E além disso ajuda a manter a linha ajudando a cuidar do sistema circulatório.
Os cientistas portugueses seguem de perto este fenómeno que além de ser de mais fácil digestão do que os outros feijões tem tanta proteína como a soja e não é sensível à seca em termos produtivos.
 
Fonte: Programa Biosfera T13-Ep.10 - RTP África, 12-12-2015, 10h-10h27m

Meruje: uma planta silvestre no prato

 

Meruje: uma planta silvestre no prato
 
 
Atualmente é notório o interesse crescente pelos mais diversos produtos de origem vegetal. Já ouviu falar de meruje? É uma planta silvestre comestível.
O seu consumo está muito ligado a saberes tradicionais. Esta espécie silvestre abunda em zonas específicas de Portugal. No Sabugal, por exemplo, apanham-na, lavam e preparam uma salada para acompanhar costeletas de borrego grelhadas.
As plantas silvestres comestíveis têm especial interesse quando contribuem para a prática de uma dieta equilibrada. Basta conhecê-las para as apanhar. Assim, podem ser fontes grátis de vitaminas, minerais e substâncias fitoquímicas.
A meruje, com o seu nome científico de montia fontana L., é uma planta vivaz da família das Portulacaceae. Com um caule de 5 a 50 cm, é cosmopolita, ou seja ocorre em qualquer condição de solo e clima.
 
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Como é habitual, nesta rubrica – “+ Saúde por metro quadrado“, descrevemos os passos de cultivo de uma planta para o ajudar a ser um pequeno agricultor. Mas como o meruje se propaga de forma silvestre, hoje vamos dar orientações para que saiba encontrá-la e simplesmente colhê-la.
Poderá encontrar meruje, junto de fontes, ribeiros, margens de rios, ribeiras e outras zonas encharcadas. Em Portugal, a meruje está espalhada por diferentes zonas de norte a sul, como pode visualizar no mapa do lado direito.
Os benefícios nutricionais da silvestre meruje advêm, sobretudo, da sua composição em micronutrientes: α- tocoferol (45.53 mg/100 g de produto seco), uma considerável concentração em vitamina C (39.48 mg), e destaca-se ainda a presença de substâncias fenólicas (93.26 mg EAcl/g de extracto).
Use o lado explorador que há em si! Aproveite um dia soalheiro, prepare uma viagem com a família e vá apanhar a meruje. Assim, vai promover bons momentos em família, incutir aos mais novos o gosto pela ciência botânica, tudo com alguma atividade física à mistura.
Vai ser uma alegria, tê-la depois no prato, transformada numa bela salada.
 
 
Referências: P Carla.Caracterização nutricional e propriedades bioactivas de espécies silvestres da etnoflora transmontana tradicionalmente consumidas em verde. Bragança 2011.
Outras fontes: http://www.flora-on.pt/index.php#/1Montia+fontana. Acedido em Outubro 2014.
Fonte de imagem: http://rapouladocoa.blogspot.pt/2010/04/salada-de-meruges.html
 

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Nigella Sativa - cominho preto

 
 
O óleo das sementes de Nigella sativa ( flor de erva-doce, curcuma negra ou cominho preto) mata cerca de 89% das células cancerosas do pulmão. é uma erva medicinal poderosa usada há mais de 1,000 anos na medicina tradicional Chinesa, Ayurveda, Unani e Árabe. É um potente anti-inflamatório e antioxidante. Se for tomada diariamente pode ajudar a diabetes do tipo 2. A thymoquinona, encontrada na semente, é fundamental contra a asma e pode proteger os tecidos cerebrais da radiação induzida por stress nitrosativo (degeneração dos tecidos cerebrais devido a radiações electromagnéticas).
 
Planta muito conhecida em vários países do Oriente Médio como "Habbat al Barakah" ou "A planta bem aventurada", devido às suas qualidades de cura para muitas doenças. Ela tem sido usada há milhares de anos no Oriente Médio, bem como os portos da Ásia e da África. 

 O óleo da Nigella Sativa foi encontrada na tumba de Tutankamon. Também é citada nos relatos romanos de ter sido usada por Cleópatra para adquirir saúde e beleza, acentuando seus dotes físicos.
 Hipócrates, o pai medicina científica, considerava a Nigella Sativa como um remédio valioso para tratar distúrbios hepáticos e digestivos.
 

 

A nigela ou cominho preto é consumida mundialmente em forma de óleo, o qual se acredita possuir grandes propriedades curativas, e de prevenir doenças.
Descrição : Planta da família das Ranunculaceae, também conhecida como aleprive, aliprive, cominhos negros, diabo-na-mata e nigela-bastarda.
Parte utilizada : Sementes.
Origem : Irã.
Indicações e Benefícios.
Seus ácidos graxos são essenciais ao sistema imunológico dando-lhe o poder de prevenir infecções e alergias e controle de doenças crônicas. As células saudáveis ​​são protegidas contra vírus, assim, podem também inibir tumores.
O consumo do seu óleo também tem o poder de purificação e desbloqueio do sistema linfático.
Princípios Ativos : Ácido arábico, ácido ascórbico, contém 58% de ácidos graxos polissaturados essenciais, incluindo Omega 6 e Omega, ácido mirístico, alanina, timoquinona, alcaloides, alfa-sitosterol, campesterol, carvona, cimeno, d-limoneno, estigmasterol, ferro, fitosteróis, fósforo, leucina, lisina, melantina, nigellina, nigellona, potássio, resina, saponina, sódio, tanino, treonina, valina, vanila, antioxidantes como o thymoquinone e thymohydroquinone.
Propriedades medicinais : Analgésica, carminativa, depurativa, galactagoga, anti-histamínico, anti-oxidante, anti-infecciosas e bronco-dilatadora.
Efeitos colaterais : Quando ministrada em altas doses, pode ser letal.
 

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Alguns dos principais estudos dos últimos meses sobre prevenção do cancro

 

by Gabriel Mateus
Sunset-Summer-Desktop-wallpaperAgora que o Verão está a chegar quase ao fim, convém relembrar os principais estudos publicados nos últimos meses com especial relevância para a prevenção do cancro (baseado num artigo da AICR):
1. Será o cancro apenas uma questão de sorte?
Business, Political and Lifestyle CartoonsNo princípio deste ano um estudo foi publicado na revista Science com o título "Variation in Cancer Incidence Among Tissues Can Be Explained By the Number of Stem Cell Divisions" [zotpressInText item="{GGSHKC9X}" etal="yes"]. A comunicação social rapidamente converteu os resultados deste estudo em parangonas que sugeriam que afinal era a sorte e não o estilo de vida que influenciava o risco de cancro. No entanto, essa conclusão é precipitada e não está de acordo com o que o estudo nos diz e as suas limitações. Várias instituições de saúde pública vieram a público esclarecer essas dúvidas e relembrar que embora exista sempre um fator aleatório nos processos que levam ao cancro, o estilo de vida tem uma grande influência no desenvolvimento da doença (AICR, WCRF, IARC, ACS).
Food cancermechanismsO que o estudo encontrou foi uma correlação entre o risco de alguns cancros e o número de divisões celulares observadas nesses tecidos. Por outras palavras, quanto mais vezes se dividem as células de um certo tecido corporal ao longo da vida, mais probabilidades temos de vir a ter um cancro desse tipo. No entanto, o estudo não inclui vários tipos de cancro muito comuns, como a próstata e a mama, além de só ter analisado a população norte-americana, pelo que torna-se difícil inferir um resultado que abranja toda a população mundial. Além disso, o facto de poder haver uma mutação genética numa célula, isso não significa que necessariamente leve ao desenvolvimento de um cancro. Os fatores externos que criam condições para que essa célula pré-cancerosa chegue a ser um tumor clinicamente observável, podem muito bem estar dependentes de fatores de risco externos, como dieta, peso corporal e exercício físico. Em resumo: de acordo com as melhores evidências disponíveis, o cancro depende de fatores de risco externos que podemos modificar.
 
2. Atividade física antes de um diagnóstico de cancro colorretal poderá melhorar a sobrevivência.
being-physically-active-decreases-risk-of-these-cancersJá se sabia que o exercício físico diminui o risco de cancro colorretal, mas um novo estudo sugere que poderá também ser importante na sobrevivência após um diagnóstico da doença [zotpressInText item="{CRJ78V2R}" etal="yes"]. Este estudo incluiu cerca de 1300 sobreviventes de cancro colorretal aos quais foi perguntado qual a frequência de exercício físico praticado antes do diagnóstico. Os resultados sugerem que quanto mais atividade maior a probabilidade de sobrevivência. Quando comparados com aqueles que faziam o equivalente a uma caminhada de menos de 1 hora por semana, os sobreviventes que fizeram o equivalente a caminhadas de 1 a 2,5 horas, viram o seu risco de morte diminuir cerca de 50%. O equivalente a 5 a 10 horas de caminhada por semana estava associado a uma diminuição na mortalidade de cerca de 70%.
 
3. Bebidas açucaradas associadas a maior mortalidade.
d10af4c2995ea5707ae317cb9082c584Uma nova análise que quantificou os efeitos das bebidas açucaradas nas 3 principais causas de morte em todo o mundo, concluiu que estas bebidas contribuíram para cerca de 184000 mortes em todo o mundo em cada ano, das quais cerca de 6000 foram de cancro [zotpressInText item="{FGET3IR7}" etal="yes"]. Poderão também ter contribuido para 133000 mortes de diabetes e 45000 de doenças cardiovasculares. Dos 20 países com mais população, o México tem a taxa de mortalidade mais elevada devido ao consumo destas bebidas com cerca de 405 mortes por cada milhão de habitantes. Logo a seguir surgem os EUA, com 125 mortes por milhão de habitantes. O estudo reforça os efeitos poderosos para a saúde que tem remover este elemento da dieta, independentemente de outras alterações que se façam.
 
4. Boa forma física em homens de meia-idade poderá diminuir o risco de cancro colorretal e do pulmão.
old_man2Um estudo que incluiu cerca de 14000 homens com mais de 40 anos concluiu que aqueles que estavam em melhor forma física tinham um risco 55% inferior de ter cancro do pulmão e 44% inferior de cancro colorretal [zotpressInText item="{XKE4ND8H}" etal="yes"]. Entre aqueles que desenvolveram cancro do pulmão, colorretal ou próstata com mais de 65 anos, um nível de forma física superior estava associado a um risco 32% inferior de morte por cancro e 68% inferior de morte por doença cardiovascular, quando comparados com homens com uma forma física baixa.
 
5. Beber chá poderá diminuir o risco de mortalidade precoce.
Taste-Of-Black-TeaUm estudo que incluiu cerca de 1000 mulheres com idades superiores a 75 anos, sugere que o consumo de chá e outros alimentos ricos em flavonoides está associado a um risco inferior de morrer de cancro e doença cardiovascular, entre outras causas [zotpressInText item="{MSHEXT5P}" etal="yes"]. As participantes com uma ingestão superior de flavonoides tiveram um risco 40% inferior de morte ao longo de 5 anos, quando comparadas com aquelas que tinham uma ingestão inferior.
 
6. Fatores de risco metabólicos poderão (também) aumentar o risco de alguns cancros.
01tDe acordo com um estudo que incluiu cerca de 565000 participantes europeus acompanhados ao longo de 12 anos, a pressão arterial elevada, o peso e os níveis de açúcar no sangue, estão entre as condições metabólicas que aumentam o risco de cancro [zotpressInText item="{8JXKPBET}" etal="yes"]. Estes fatores fazem parte de uma constelação de fatores de risco conhecida como a síndrome metabólica, da qual fazem parte também o colesterol e os triglicéridos.  Uma combinação de pressão arterial elevada, níveis elevados de açúcar no sangue, triglicéridos, colesterol e IMC elevados, está particularmente associada ao risco superior de cancro do fígado e do rim nos homens, e do endométrio e pâncreas na mulher.
 
7. O excesso de peso na adolescência poderá estar associado a um risco superior de cancro colorretal décadas mais tarde.
3735357215_822bf1c152Um estudo que utilizou dados de dois estudos de grandes dimensões (Nurses' Health Study e o Health Professionals Follow-up) concluiu que mulheres que tiveram excesso de peso em criança tiveram um risco 28% superior de cancro colorretal em idade adulta. Aquelas que tinham excesso de peso na adolescência tiveram um risco 27% superior, quando comparadas com aquelas que eram mais magras nessas idades [zotpressInText item="{26NSI9PA}" etal="yes"]. Outro estudo sugere que o excesso de peso em adolescentes do sexo masculino está associado a um risco 2,08 vezes superior de cancro colorretal em idade adulta e a obesidade está associada a um risco 2,38 vezes superior [zotpressInText item="{DCJFWVVC}" etal="yes"].
 
8. Novos relatórios sobre o cancro do fígado e da vesícula biliar.
Os dois mais recentes relatórios do WCRF/AICR sobre o cancro do fígado e da vesícula biliar concluem que:
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O extrato de sementes de uvas mata as células do câncer em 24 horas

Qual o melhor tratamento para o câncer?

A quimioterapia?

Para alguns sim.

Para outros, como o dr. Hardin B. Jones, professor sênior de medicina física e fisiologia na Universidade de Berkeley, na Califórnia, não.

Ele estudou o tempo de vida de pacientes com câncer por mais de 25 anos e chegou à conclusão de que, apesar da opinião convencional, a quimioterapia não funciona em todos. 

O dr. B. Jones adverte que muitos pacientes que são tratados com quimioterapia morrem muito mais rápido e de forma muito mais dolorosa do que outros pacientes que optam por um tipo diferente de tratamento.

Por esse longo estudo do professor da Universidade de Berkeley, somos levados a ver com clareza que a medicina não pode se acomodar com a quimioterapia.

Esse tipo de tratamento pode até funcionar em alguns, mas tem péssimos resultados em outros,  como constatou o dr. Hardin B. Jones.

Queremos deixar claro que não estamos incentivando pessoas a abandonar sua quimioterapia.

Mas tão somente provocar o debate e a reflexão para que, dessa forma, sejam pesquisadas novas e melhores formas de tratamento contra o câncer.

É o que estão fazendo cientistas da Universidade de Kentucky.

Eles fizeram uma pesquisa sobre as propriedades do extrato de sementes de uvas. 

E descobriram que ele mata 76% das células de leucemia e das células cancerosas em 24 horas.

A pesquisa, publicada no jornal da Associação Americana de Pesquisa sobre o Câncer (American Association of Cancer Research), mostrou que o extrato de sementes de uvas provoca destruição de células de leucemia e das células cancerosas conforme experimentos feitos em laboratório. 

O melhor de tudo é que este extraordinário estudo revelou que quanto mais agressivo é câncer é mais rápido ele se espalha, melhor trabalha o extrato de sementes de uvas na destruição dele.

Além disso, o extrato de sementes de uvas agiu muito bem contra as células cancerosas normalmente são resistentes à quimioterapia, e não agrediu as células saudáveis. 

Outra pesquisa, esta realizada pela Universidade de Colorado, também comprovou a força do extrato de sementes de uva contra o câncer.

A cientista Molly Derry, que participou desta pesquisa, explicou: "Há muito tempo sabemos que os compostos bioativos presentes no extrato de semente de uva atacam seletivamente muitos tipos de células cancerosas. Este estudo mostra que muitas das mesmas mutações que permitem que células, por exemplo, do câncer colo-rectal sofram metástase e sobrevivam a terapias tradicionais não ocorrem com o tratamento com o extrato de semente de uva”.

A equipe constatou que,  enquanto doses muito altas de quimioterapia são necessárias para matar células cancerosas no estágio avançado da doença, o  IV, utilizando-se o extrato de semente de uva ocorria o inverso. 

"Foi necessário menos de metade da concentração de extrato para suprimir o crescimento celular e matar 50% das células em estágio IV, do que para alcançar resultados semelhantes nas células da fase II", explica Derry. 

Os pesquisadores acreditam que é provável que o extrato provoque um estresse oxidativo nas células cancerosas, resultando na morte delas. 

"As células de câncer colo-rectal podem ter mais de 11 mil mutações genéticas. Quimioterapias tradicionais só podem visar a uma mutação específica e, conforme o câncer progride, mais mutações ocorrem. Essas mudanças podem resultar em uma doença resistente à quimioterapia. Os compostos bioativos do extrato da semente de uva, porém, são capazes de atingir múltiplas mutações", conclui a cientista.

Este é um blog de notícias, não substitui o trabalho de um especialista. Consulte sempre seu médico.
 

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Feijoa - Acca sellowiana

 
Feijoa (=Acca) é um género da família Myrtaceae que inclui uma única espécie, a Acca sellowiana (nome antigo: Feijoa sellowiana), conhecida vulgarmente por goiaba-serrana ou goiaba-ananás. É um arbusto vivaz ou árvore de pequena dimensão, atingindo entre 1 e 7 metros de altura, originário das terras altas do sul do Brasil, leste do Paraguai, Uruguai e norte da Argentina.
 
A goiaba é da mesma familia: Myrtaceae
 
O fruto amadurece no outono e é de coloração verde, com o tamanho de um ovo de galinha e de forma elipsóide. Tem um sabor agradável, aromático e doce. A polpa é sumarenta, dividindo-se numa parte mais gelatinosa, onde estão as sementes, e uma parte mais firme e levemente granulada junto à casca. O fruto cai da árvore quando maduro, mas pode ser colhido antes, de modo a não ficar danificado. A polpa granulada junto à casca pode ser utilizada como esfoliante.
 
O botânico alemão Otto Karl Berg nomeou o gênero em honra do naturalista luso-brasileiro João da Silva Feijó (1760-1824). Durante o período em que viveu no Ceará, Feijó foi encarregado pela coroa portuguesa de mandar exemplares da flora nordestina para o Real Jardim Botânico da Prússia, o que, mais tarde, ocasionaria a homenagem.
 
A feijoa é uma planta de ambientes quentes-temperados a subtropicais, desenvolvendo-se também nos trópicos, requerendo, contudo, alguns dias de baixas temperaturas (chilling requirement) para poder frutificar. No hemisfério norte, tem sido cultivada até a Escócia, mas nem sempre frutifica porque temperaturas abaixo dos -9°C destroem os botões florais. É uma planta bastante popular na Nova Zelândia, onde é cultivada nos jardins.
 
Algumas cultivares enxertadas procedem à autopolinização, mas a maioria necessita de um agente polinizador.

Domesticação da espécie no Brasil

 
 
O processo de domesticação da goiabeira serrana no Brasil iniciou-se em 1986 por iniciativa do pesquisador Jean-Pierre Ducroquet, da Empasc (hoje Epagri - Empresa de Pesquisa Agropecuária de Santa Catarina). Ducroquet conta que seu interesse pela goiabeira serrana começou depois que o professor R. H. Sharpe, da University of Florida, visitou o Brasil e comentou que a goiabeira serrana, nativa do Brasil, estava sendo cultivada em várias partes do mundo inclusive nos Estados Unidos.
 
Depois de averiguar sobre a fruta nativa, Ducroquet decidiu iniciar uma coleção com os melhores exemplares nativos da região e com alguns acessos melhorados de outros países.
 
Naquela época, através de um concurso regional, adquiriu 10 amostras de frutos das 150 melhores goiabeiras serranas da região. A grande diversidade de acessos foi a base para o trabalho de melhoramento genético que se iniciou no município de Videira (SC) e foi depois transferido para o município de São Joaquim, no planalto serrano catarinense, onde as condições climáticas são mais favoráveis ao desenvolvimento da espécie.
 
Depois de alguns anos de observação de cada acesso, se fizeram cruzamentos dirigidos de quatro exemplares nativos com dois exemplares melhorados na Nova Zelândia, a cultivar Apollo e a cultivar Unique, todos cruzando entre si seguindo um delineamento dialélico num total de 960 plantas. Só em 2007 foram lançadas duas cultivares comerciais brasileiras, adaptadas às condições climáticas do planalto serrano catarinense, então chamadas Alcântara e a Helena. Em 2008, outras duas cultivares foram lançadas, a Mattos e a Nonante.



Benefícios:

É muito rica em iodo e folatos, que combatem a anemia.

Como toda fruta, a feijoa tem suas qualidades de alimento funcional: muita vitamina C; fósforo; magnésio; sódio; cálcio e uma bela dose de potássio, bom para combater cãibras e dar tonicidade aos músculos. Diferente do resto, porém, ela tem ainda um alto teor de iodo, componente importante das hormonas segregadas pela tiroide, responsáveis pelo equilíbrio do metabolismo em nosso organismo. A carência de iodo leva ao desenvolvimento de uma doença chamada bócio e é por isso que o elemento é acrescentado artificialmente ao sal que consumimos.

As qualidades únicas da feijoa não param por aí. De acordo com pesquisas desenvolvidas sobretudo na Itália, sua polpa é antioxidante (ajuda a “segurar” o envelhecimento) e antimicrobiana (combate bactérias e fungos). Uma pesquisa realizada no Japão vai mais além, atribuindo ao consumo da fruta o poder de modular a imunidade intestinal e reduzir a tolerância oral.

Os japoneses testaram a polpa ao natural e uma versão in vitro digerida e, em ambos os casos, os polifenóis presentes na feijoa reduziram a secreção de TGF-beta pelo intestino. TGF-beta é uma proteína comum em todo nosso organismo, mas sua secreção em excesso está associada ao crescimento de células cancerosas.

Traduzindo para o português claro, isso torna a feijoa uma aliada importante na prevenção e no tratamento de certos tipos de câncer e doenças auto imunes, ou seja, doenças causadas pelo mau funcionamento do sistema imunológico (quando nossas “armas” de defesa atacam o próprio organismo).

Fonte



O exemplar de boas dimensões existente no Jardim Botânico Tropical de Lisboa.
Foto de 2011
Em Portugal


Trata-se de um arbusto que poderá, nas regiões mediterrânicas da Europa, alcançar entre os 3 aos 7 metros de altura, bem como nas zonas amenas da costa de Lisboa, Caparica e Algarve. O indivíduo da fotografia que se segue, pertence à coleção do Jardim Botânico da Escola Politécnica da Universidade de Lisboa. Está entre os de maior porte em todo o país e conta com mais de 50 anos de existência. O seu magnífico porte arbóreo comprova a grande resistência aos variados climas sentidos em Portugal continental.

Fonte

domingo, 4 de maio de 2014

Mais do que 7 porções/dia de vegetais e frutos poderá ser mais eficaz na prevenção de cancro

Mais do que 7 porções/dia de vegetais e frutos poderá ser mais eficaz na prevenção de cancro

Existe hoje um consenso em relação ao papel de uma dieta baseada em vegetais na prevenção do cancro e de outras doenças não transmissíveis. A recomendação em termos gerais tem sido de se tentar consumir 5 porções de vegetais e frutos diariamente para se conseguirem obter benefícios para a saúde. No entanto, esta recomendação pode mostrar-se insuficiente em número e em qualidade.
A recomendação de se consumirem 5 porções diárias de frutos e vegetais (400 gr.) foi estabelecida em 1990 pela OMS, baseada na evidência de que quantidades superiores eram protetores contra a doença cardiovascular e alguns cancros. Essa recomendação levou a campanhas generalizadas a promover o consumo de 5 porções por dia em vários países como Portugal, Reino Unido, França, Alemanha ou EUA. Em 2005, a Austrália lançou a campanha “Go for 2+5“, que recomenda que se consumam 2 porções de fruta e 5 de vegetais (675 g no total).
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Um estudo recente analisou os hábitos de alimentação de mais de 65000 habitantes do Reino Unido entre 2001 e 2013, concluindo que quanto mais vegetais e frutos consumiram, apresentaram menos probabilidades de morrer em qualquer idade. De acordo com os resultados do estudo, por cada porção diária de vegetais e frutos existe uma diminuição no risco de cancro e doença cardiovascular. No entanto, a maior proteção e diminuição do risco acontece a partir das 7 porções, o que pode significar que as 5 porções sejam insuficientes.
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Acima das 7 porções, de acordo com o estudo desenvolvido na University College London (UCL), o risco de morte em qualquer momento da vida, diminui 42% quando comparado com o consumo de menos de uma porção diária. Acima dessa quantidade, o risco de cancro e de doença cardiovascular diminuiu 25% e 31% respetivamente. O estudo também mostrou que os vegetais têm mais benefícios para a saúde do que os frutos. De facto, certos vegetais têm uma concentração privilegiada de substâncias com propriedades quimiopreventivas, tais como os isotiocianatos das crucíferas ou as isoflavonas presentes na soja.
Este é o primeiro estudo que relaciona o consumo de frutos e vegetais com a morte de cancro e doença cardiovascular numa população representativa de uma nação, o primeiro a quantificar benefícios por porção e a identificar os tipos de vegetais e frutos com maiores benefícios.
Quando comparado com menos de uma porção diária, os investigadores descobriram que o risco de morte foi reduzido em:
  • 14% se o indivíduo ingerir entre uma e três porções de frutas, verduras e legumes por dia;
  • 29% entre três e cinco;
  • 36% entre cinco e sete;
  • 42% para sete ou mais.
7adayEstes resultados foram ajustados tendo em consideração o sexo, idade, tabagismo, classe social, Índice de Massa Corporal, educação, atividade física e consumo de álcool. O estudo refere que por cada porção diária de legumes frescos o risco de morte prematura diminui 16%. Cada porção de fruta reduziu 4% o risco de morte. 
Além das diferenças relacionadas com a quantidade, os investigadores descobriram também que além do sumo de fruta não ter representado benefícios, a fruta em lata pareceu aumentar o risco de morte em 17%. Este aumento está provavelmente relacionado com o facto destes frutos conservados em calda serem demasiado ricos em açúcar. O mesmo acontece com o sumo, o qual, mesmo quando se trata de sumo caseiro, tem um índice glicémico muito alto, o que já não acontece quando a fruta é consumida inteira.
Ideias-chave deste estudo:
  • O consumo de vegetais e frutos está inversamente relacionado com a mortalidade de cancro e doença cardiovascular.
  • Aqueles que consomem 7 ou mais porções diárias apresentam o risco mais baixo de mortalidade de qualquer causa.
  • O consumo de vegetais, saladas e frutos frescos ou secos está fortemente associado a uma mortalidade inferior.
  • Os vegetais apresentam mais propriedades protetoras do que os frutos.
  • Fruta enlatada parece aumentar o risco de morte prematura.
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Referências:
 
 

segunda-feira, 10 de março de 2014

Os benefícios da manga para a saúde

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 - Ajuda a prevenir vários tipos de câncer ou cancro e leucemia.
A manga é uma fruta rica em antioxidantes. A manga ajuda a prevenir o cancro ou câncer do cólon e de próstata. Também ajuda a prevenir a leucemia.

- Ajuda a melhorar a visão.
A manga é rica em vitamina A, nutriente essencial para a saúde dos olhos.

- Ajuda na produção de células vermelhas do sangue.
A manga é rica em cobre. O cobre atua na produção das células vermelhas do sangue.

- Ajuda a combater a acidez no estômago e a alcalinizar o organismo.
A manga possui nutrientes responsáveis por alcalinizar todo o organismo. Tais nutrientes também combatem a acidez no estômago.

- Ajuda a melhorar a memória e a concentração.
A manga é rica em ácido glutâmico que ajuda a melhorar a memória e a concentração.

- Ajuda na digestão.
A manga possui enzimas que influenciam no processo de digestão.
A manga é uma boa fruta para quem sofre de indigestão e acidez do estômago.

- Ajuda a diminuir o colesterol. A manga é uma boa fonte de vitamina C, pectina e fibras. Estes nutrientes ajudam a diminuir os níveis de colesterol no sangue.


Fonte

Aveloz

 

 
Nome científico Euphorbia tirucalli
 
Família Euphorbiácea
 
Sinonímia popular Árvore-do-lápis
 
Parte usada Látex retirado dos ramos
 
Propriedades terapêuticas Antiasmática, anti carcinogénica, antiespasmódica, antibiótica, antibacteriana, antivirótica, fungicida e expetorante
 
Princípios ativos Hidrocarbonetos terpénicos e aldeídos.
 
Indicações terapêuticas Tumores cancerosos e pré-cancerosos.
 
Habitat
 
Originária da África e de lá foi levada para outros países tropicais. No Brasil se adaptou bem na região Nordeste.
 
Descrição
 
É um arbusto que pode atingir até 3 metros de altura, possui ramos verticilados, cilíndricos, extremamente ramificado, com coloração verde. Dá uma excelente cerca viva.
 
Propriedades químicas
 
Óleos essenciais (eugenol), hidrocarbonetos terpénicos, aldeídos, látex, goma tirucalli, ésteres de forbol e ingenano ésteres de ingenol, 4-desoxi-forbol e 12-O-tetradecanoil forbol-13-acetato; 12-0-(22) (4E)-octadienol-4-deoxiforbol-13-acetado; ácido 3, 3’-di-0-metil-elágico; beta-sitosterol; ácido cítrico; ácido elágico; eufol; euforona; glucose; hentriacontanol; isoeuforal; kaempferol; ácido málico; sapogenina-acetatos; ácido succínico; taraxasterol; taraxerina e tirucalol.
 
Indicações
 
Na medicina alternativa é usado o suco (látex) leitoso cáustico, de efeito irritante na pele e aos olhos porém o seu suco dissolvido em água é indicado para tratamento de tumores cancerosos e pré-cancerosos.
 
Pesquisadores americanos já se interessaram pelo aveloz e descobriram propriedades contra o carcinoma maligno, como complemento de outros procedimentos médicos.
 
Veja um resumo de depoimento no "Livro da Família", 1994, páginas 170 e 171, sobre o efeito do aveloz em pacientes com câncer:
 
Adeus câncer? Antes de mais nada, quero deixar bem claro que nunca desautorizo a medicina. Não me intrometo onde não posso, pois não sou médico. Apenas por acaso descobri esta planta para minha cura de fístula que, parece, está também dando certo com pessoas que sofrem de câncer.
 
Observando mais de 200 pessoas que tomaram o aveloz pude tirar algumas conclusões:
 
1.Pessoas que sofrem de câncer podem tomar até três gotas de seiva do aveloz contra o câncer, diariamente.
2. Tomar uma gota de cada vez em três vezes ao dia, em meio copo de leite, após as refeições. Assim se garante uma ação contínua.
3. Tomar a seiva pura faculta uma cura mais rápida, mas deve-se continuar o tratamento até três meses após o desaparecimento dos sintomas. E mesmo depois voltar ao tratamento de vez em quando, por uns dois anos.
4. Continuar o controle médico. Só ele pode declarar uma cura definitiva.
 
Quando começou a propaganda do aveloz?
 
"Eu, pessoalmente, sofria de uma fístula pleural durante quase cinco anos. Uma cirurgia seria perigosa, segundo alguns médicos. Achavam que eu deveria conviver com este incômodo até o fim da vida. Saía muito pus. Um dia me lembrei de usar o aveloz. Deu certo. Em apenas três semanas a fístula desapareceu. Isto já faz ano e meio. Continuo bem...
 
Vejamos o efeito do aveloz em duas pessoas:
 
Uma senhora sofria de câncer das mamas. O uso do aveloz fez desaparecer totalmente todos os nódulos em apenas duas semanas. Ela estava sob observação médica, que constatou câncer. Após um ano de desaparecimento dos sintomas de câncer, voltaram os nódulos. Voltou a tomar aveloz. E novamente ficou sem os sintomas. Deverá tomar o aveloz durante mais tempo.
 
Outra senhora estava condenada à morte com câncer generalizado dos intestinos. Os médicos lhe davam no máximo dois meses de vida. Tomou o aveloz. E hoje está trabalhando no normalmente, com boa saúde. A cura foi em maio de 1992. Ela se sente bem. Não sente mais nada da doença. Aguardamos algum tempo para poder falar de uma cura definitiva.
 
Poderia mencionar ainda muitos casos de pessoas doentes de câncer que tomaram o aveloz e não sentem mais nada. Todos os sintomas desaparecem. 
 
Toxicidade
 
Por ser altamente cáustico, o látex precisa ser diluído em água. O látex puro pode provocar até uma hemorragia.
Devido a sua toxicidade, o professor Lelington, químico-fitologista (UFPR), aconselha que o uso mais seguro do aveloz seja de glóbulos homeopáticos, pois tem o mesmo efeito das gotas e não agridem o estômago. Usar 6 glóbulos sublingual de manhã e a noite.
 
por
Lelington Lobo Franco, escritor, pesquisador, químico-fitologista (Curitiba, PR)
 
 
Nota verde: veja ainda aqui

quinta-feira, 6 de março de 2014

Plantas anti-câncer

                                     
 
Existem plantas que produzem substâncias antimitóticas, capazes de deter o crescimento de tumores malignos. Por exemplo, as plantas empregadas externamente contra as verrugas (Podofilo, Calêndula, Celidónia-maior, Figueira, Heliotrópio), Visco ou o Teixo.


Contudo, muitas dessas substâncias encontram-se ainda em fase de investigação.

O uso habitual destas plantas exerce uma comprovada ação preventiva do câncer. São indicadas para quem já tenha sofrido ou que tenha tendência de sofrer dessa doença, devido a fatores constitucionais ou hereditários.

CENOURA - Fornece caroteno (provitamina A), agente antioxidante que previne o desenvolvimento do câncer. Use sua raiz crua, cozida ou o suco

ALHO - Previne os tumores malignos, especialmente os do aparelho digestivo. É usado cru, extrato, e a decocção das folhas secas

CEBOLA - Previne o câncer intestinal, regula a flora do intestino e detém os processos de putrefação; Usa-se crua, em suco fresco, cozida ou assada.

COUVE - Previne o câncer possivelmente pelo seu conteúdo em caroteno. Usa-se o suco da planta fresca.

VISCO - Destrói as células tumorais, estimulando a imunidade celular. Usa-se a Infusão ou maceração das folhas secas.

EQUINÁCEA - Previne tumores malignos, aumenta os leucócitos. É útil na radioterapia e quimioterapia. Usa-se o decocto da raiz, ou em preparados farmacêuticos.


         


AVELOZ
 

Arbusto exótico pode ser a chave para a vitória na batalha contra o câncer! O aveloz agora está sendo usado para tratamento de redução de tumor de câncer."

"Uma gota de seiva de aveloz, diluída em um copo de água destilada e tomada com uma colher de sopa a cada hora, elimina os crescimentos cancerosos em uma semana."

Estas são apenas algumas das frases usadas para a publicidade do aveloz, um remédio preparado a partir da seiva leitosa de um arbusto brasileiro de nome cientifico Euphorbia tirucalli.

As seivas de várias espécies de Eufórbia têm sido utilizadas em medicina popular desde pelo menos 400 A.C. devido às suas propriedades corrosivas. A Eufórbia é vulgarmente conhecida como mata-verrugas porque sua seiva - usada pelos indígenas do Amazonas e posteriormente pelos colonizadores holandeses, portugueses e gauleses no nordeste do Brasil - era considerada eficaz quando aplicada em verrugas e tumores, particularmente nos localizados na face.

Sabe se que um médico brasileiro chamado Panfílio introduziu o aveloz na medicina convencional pelos anos 1880 ou 1890, mas esta planta permaneceu obscura até a década de1980. Hoje é vendida nos Estados Unidos e Brasil em forma líquida por médicos naturalistas. A literatura promocional recomenda o consumo de cinco gotas em meio copo de água ou chá de ervas, três vezes ao dia, para o tratamento de câncer, tumores benignos, cistos e verrugas. O aveloz também é comercializado na forma de pomada para aplicação local.


 Por ser uma espécie relativamente pouco conhecida, a planta do aveloz, aparentemente, nunca foi analisada quimicamente. Entretanto, é de amplo conhecimento que cerca de 90% das espécies da família das Euphorbiaceas (eufórbio) produzem uma seiva branca semelhante ao látex que é extremamente irritante para a pele e membranas mucosas e podem produzir inflamação na pele, conjuntivite nos olhos, queimação na boca e garganta, diarreia, e gastroenterite.

Os pesquisadores já demonstraram que os extratos de certas plantas na família das Euphorbias realmente demonstram atividades anti leucémicas que poderiam se; atribuídas ao fato de que contêm certos ésteres diterpénicos.




Precauções: 

O aveloz, da mesma forma que pode ser benéfico contra o câncer pode causá-lo também, a gota de látex em agua deve ser tomada da seguinte forma... a parte que ficar SOLÚVEL na água é a parte benéfica, a parte INSOLÚVEL (sobrenadante), o látex que fica "boiando" não deve ser ingerido pois este pode piorar o câncer.
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